sexta-feira, setembro 22

E o que dizer sobre as declarações do "Papa"...

Não irei discorrer sobre este tema, mas digo onde encontrei uma ótima reflexão sobre o assunto nos seguintes Blogs: Tempora-Mores, onde Agustus Nicodemos e companhia fazem um excelente trabalho e no blog do Daniel Portela, Politicamente (in)correto.
Graça e Paz a Todos

segunda-feira, setembro 18

A Morte da Igreja em nós pela falência da adoração

Há mais de 2000 mil anos atrás o Filho do Homem esteve andando entre nós, ensinando, exortando, praticando o amor, a comunhão e a benignidade. Durante todo seu ministério terreno, sua preocupação era ensinar o caminho de volta ao Pai.

Todos sabemos qual foi o alto preço pago naquela cruz, como foi deixado sozinho pelos seus durante a sua captura e como os apóstolos no dia do pentecostes mudaram completamente de caráter. Passaram de covardes a pregadores audazes que não se calavam ante a autoridades ou perigos de morte.

A adoração fluía em todos os sentidos. Suas vidas eram dedicadas à adoração a Deus.

Não havia enfado na igreja primitiva, Paulo estendia-se por diversas horas discorrendo sobre as escrituras, por vezes até o raiar do dia.

Eram reconhecidos pelo amor que tinham uns pelos outros. A adoração simplesmente fluía de um coração regenerado e agradecido. É claro que houve problemas, mas muito maiores foram os acertos. Não era necessário no primeiro século de vida da Igreja levantar questões sobre a natureza de Jesus, se era homem ou Deus. Não se faziam concílios para determinar se quando a mosca caía na água benta, a água tornava-se profana ou a mosca abençoada.

Não perdiam tempo com questionamentos menos importantes, como nós o fazemos hoje em dia.

Qual é o estilo de adoração que estamos desenvolvendo em nossos dias? Reverenciamos o criador? Exaltamos Deus pela nossa salvação imerecida? Será que Rm 11.36 tem lugar em nossas vidas nos dias atuais, ... porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas... Onde está a adoração a Deus pelo que ele é?

A palavra louvor não só perdeu peso, mas também, significado. Louvar quer dizer elogiar, exaltar, enaltecer e glorificar. Contudo, este tem sido o significado que menos damos a palavra louvar. Ou quando fazemos menção a qualquer desses significados, o fazemos para em seguida dizermos que Deus irá nos abençoar porque ele pode.

Ele pode, mas será que ele quer? Será que ele quer um bando de filhos mimados? As próprias escrituras testificam que não, pois Jesus Cristo foi o exemplo de filho que Deus deseja. Dessa forma, continuamos a nos afastar de Deus dia após dia, deixando de adorá-lo da forma como ele deseja ser adorado. Não queremos as bênçãos oferecidas por Deus, queremos que Deus derrama a chuva de bênçãos que determinarmos.

Uma adoração que pensa mais em si do que naquele a quem se deve adorar não é adoração é bajulação do próprio ego, fato este que a Bíblia condena veementemente. É só olharmos para a oração do fariseu e a do publicano.

O problema repercute no fato de não termos conhecimento sobre as escrituras, fato este pelo qual Oséias disse que o povo de Deus estava sendo destruído.

Surgem a cada dia técnicas de entreter a massa e torná-la cada dia mais negligente com os preceitos verdadeiramente bíblicos. Tudo isso porque o que o homem moderno deseja é o alívio para uma semana de stress no trabalho, a resposta para seus problemas financeiros, ou ainda, reconhecimento social, às vezes, status dentro da própria Igreja.

Não é a toa que a mensagem de Cristo a ultima Igreja (Laodicéia), afirma: “...eis que estou a porta e bato...”. Ele está do lado de fora da sua própria Igreja; Cristo deixou de ser o alvo de adoração da Igreja do final dos tempos.

O alvo desta Igreja, considerada pelas próprias escrituras como a Igreja apóstata, é a solução para os problemas desta vida.

Auto ajuda seria o termo melhor empregado para nossos dias. O louvor deixou de ser direcionado a Deus e passou a ser direcionado ao empregado que resolve todos os nossos problemas. Não se fala mais em ‘pecado’, é uma palavra muito forte, a trocamos pela palavra ‘falha’ ou ‘erro’. Afinal de contas, são palavras fáceis de assimilação pelo povo.

Esquecemos que o evangelho não é um band-aid para se colocar em ferimentos de infecção interna, dessa forma ele nada resolve. O evangelho é o próprio bisturi nas mãos do médico dos médicos que com precisam cirúrgica retira o tumor de dentro de nós, dando-nos novidade de vida.

A adoração nada mais é do que o agradecimento verdadeiro que brotou no coração do homem salvo e curado de sua doença terminal.

Esta Igreja, Laodicéia, parece reunir todas as falhas das demais Igrejas apontadas em apocalipse, mas dou ênfase a Igreja de Éfeso a qual foi advertida por negar o primeiro amor, por negar a gratidão, regozijo e alegria pela salvação, por negar uma adoração fluente que alcança os demais doentes e anuncia-lhes a salvação.

O Homem foi criado para adorar, faz parte de sua natureza. É algo que ele não tem como negar e fugir. Quando o Homem deixa de adorar o Criador, automaticamente ele passa a adorar a criatura, seja lá o que for que ele entenda como criatura. É necessário que ele direcione sua adoração para algo ou alguém.

Somos templo do Espírito Santo e isto quer dizer que cada um de nós é em si mesmo local de adoração a Deus. É importante ressaltar que como templo do Espírito Santo devemos adorar somente a Deus, não há espaço suficiente para adorar qualquer outra coisa a não ser o Senhor.

Se adoro mais o meu “eu” interior com todas as suas manias e vícios do que Deus, se não me preocupo com a comunhão entre os irmãos, se promovo a discórdia em lugar da concórdia, se minha preocupação é satisfazer minhas vontades pessoais, então pode até haver um templo erguido, mas o Espírito Santo não está lá para receber a adoração. Logo, se algum dia alguém pensou que existia o templo do Espírito Santo naquela pessoa, só me resta dizer que pode ter existido mas ocorreu a morte da igreja pela falência da adoração.

domingo, setembro 17

Integridade


Acredito que esta foto diga um pouco do que este site propõem-se a buscar.
A vocês que estão nos visitando Graça e Paz.
É bem verdade que iniciei o site como opensador-invi.blogspot.com e aqui haviam varios comentários.
Aos amados irmãos que comentaram esta foto, mil perdões por haver mudado o site de lugar mas como expliquei na endereço anterior, foi preciso.
Guardo cada comentário de vocês e estudarei um modo de os publicar.
A todos, Graça e Paz...

sábado, setembro 16

São tantos tipos de "fé" que faz-se necessário indagar-se o que é fé?

Certamente, não pode ser algo místico e mágico, pois Deus não toma partido com essas coisas, também não deve ser um chavão que todos pronunciamos categoricamente sem compreensão alguma.
Com o passar dos anos, a fé deixou de envolver aspectos racionais, lógicos e sensatos para adquirir uma conotação completamente mística, a ponto de grande parcela da população cristã veicular a impossibilidade de compreensão do próprio termo fé. E para qualquer assunto, o qual não haja compreensão, surge logo um 'renomado' cristão em nosso meio e diz: “... é meu irmão, ..., pela fé...”. De que adianta dizer é pela fé, se for fora de contexto? Ou se ele não tiver entendimento correto da palavra? Certamente tornar-se-á uma pedra de tropeço. Pois em assuntos onde não cabe a fé, ele a usará como se fosse possível alcançar o objeto desejado pela fé.

Ora, se não fosse possível a compreensão do que vem a ser fé não teríamos nada na Bíblia que tentasse revelar ao homem o que é ter fé ou seu significado. Encontraríamos em seu lugar algum texto tipo Daniel 12:9 (“... Vai-te,...; pois as palavras estão fechadas e seladas até o tempo Do fim”.)

Como nos falta estudo, entendimento e compreensão, nos limitamos a ler superficialmente Hb 11.1. Sabemos que “...a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se vêem” (Ed Corrigida e Fiel). Contudo, devemos treinar nossos olhos para enxergar o texto em todo seu contexto, deste modo entenderemos que o autor da Epístola aos Hebreus não tinha a menor intenção de definir o que é fé.

Seu objetivo está mais próximo de confirmar o que alcançamos e conseguimos suportar quando temos fé, pois ela nos leva a tomar decisões certas, quanto mais incerto torna-se nosso futuro. Hebreus 11.1 é uma introdução à galeria dos Heróis da fé e não uma definição do que vem a ser fé. O objetivo de definirmos o significado de uma palavra é torná-la mais compreensível perante os leigos, isto é justamente o que Hebreus 11.1 não se propõe a fazer, portanto esqueça hebreus 11 como definição por hora.

A palavra fé dentro do seu conceito original tem o significado de firmeza, confiabilidade e constância. Quando dizemos que uma palavra é digna de fé, afirmamos com isso que aquela palavra é verdadeira, integra e digna de toda a aceitação. O que esquecemos é que não damos crédito à mensagem, mas sim a pessoa que a pronunciou, isto implica em convicção pessoal e confiança surgida dentro de uma relação pessoal direta com aquele que prometeu. Na maioria das cartas paulinas, o termo fé está ligado diretamente ao entendimento de “aceitação total” e “confiança absoluta”.

Negligenciamos e desvalorizamos a palavra fé quando a atribuímos a experiências do nosso cotidiano, como por exemplo, quando afirmo que irei buscar minha esposa na faculdade as 22:30 em ponto. Dou minha palavra que estarei lá, e até certo ponto brincamos dizendo, tenha fé, estarei lá. Pois bem, como não há o que fazer, ela tem que dar crédito a minha palavra e esperar, esperar, ..., e esperar, até que, enfim, eu chego, ..., algumas vezes fora do horário, mas chego.

Nem sempre cumprimos com o prometido. Será porque faltou a nós ou a eles, fé? Por que nem sempre cumpro o que prometo? Isto acontece porque eu e você não temos controle real de nossas vidas. Por mais que você afirme que irá marcar um almoço ou jantar de confraternização entre amigos durante o final de semana, vários são os problemas e situações nas quais você estará envolvido que podem dificultar ou impedir o cumprimento de sua palavra. Nossa vontade não é soberana e não temos o controle de tudo que nos cerca.

Se não consigo cumprir minha palavra todas as vezes que a empenho com firme convicção de cumpri-la, só me resta dar graças a Deus por isso. A questão não é festejar minha falta de palavra, pois, nem eu, nem ninguém fica feliz por não cumprir com todos os compromissos, mas sempre que falhamos somos confrontados com nossa própria natureza humana, e entendemos que só Deus tem soberania e controle total sobre tudo. Só Ele pode empenhar e cumprir Sua palavra.

Dessa forma, a verdadeira fé é expressa pela plena confiança naquele que prometeu e tem capacidade para cumprir, independente das circunstâncias que cerquem o prometido. Nada pode ficar entre sua palavra e o cumprimento do que foi dito.

Então, nosso leque de professores, líderes de louvor, amigos, familiares, irmãos que têm dito “tenha fé que no dia ‘X’ trarei o que me pediu”, não passa de uma grande desapropriação da palavra de Deus. Na esperança de elevar seu grau de comprometimento com aquilo que dizemos temos projetado o efeito colateral, a banalização da fé em nossos dias. Posso aplicar minha fé num copo d´água abençoado pela TV? E aí, de quem devo espera o cumprimento da promessa? Do copo d´água ou do homem? Digo isso porque não me lembro d’algum momento do ministério terreno de Jesus que Ele tenha afirmado que um copo d’água ungido resolveria nossos problemas? Este princípio vem da cultura Induísta. Este é somente uma das várias modalidades de “fé” existentes no mercado.

Existe uma grande variedade de fé disponibilizada pelas várias Igreja. Uns tem fé que um copo d´água resolverá seus problemas, outros que basta participar de uma fogueira santa. Há ainda aqueles que acreditam piamente na palavra do homem e lhe creditam fé para toda “profetada” que lhes falam. Será que algumas dessas pessoas pode verdadeiramente empenhar sua palavra a ponto de não desapontar aquele que acreditou? Não, não há ninguém que possa além de Jesus Cristo.

Cuidemos de nossa fé, pois a cada dia que passa poderemos estar mais longe da genuína fé. Aquela que nos tirou do reino das trevas e nos transportou para o reino do filho de Deus. Não dê atenção a programas enganosos, a charlatões que estão preocupados em ser reconhecidos como profetas e engrandecer seus ministérios.

Ao único que é digno de receber, ..., Jesus Cristo, é nEle que deve estar nossa fé! Lembre de tudo que Ele prometeu (Ap 2.7, 2.10, 2.17, 2.26-28, 3.5, 3.12, 3.21)

Aplique o que você entendeu sobre fé nos versículos abaixo e veja o resultado:

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus"

“logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”.

“Ouviam somente dizer: Aquele que, antes, nos perseguia, agora, prega a fé que, outrora, procurava destruir”.

“E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé”;

Complementos

Acredito que este texto acima auxilie a compreesão do texto abaixo, um abraço a todos... Graça e Paz...

Pode a fé salvar um homem?

Poderia responder SIM e tornar a leitura deste texto monótona e para falar a verdade até desnecessária. Da mesma forma, poderia dizer que NÃO e fazer com que você, leitor, lance todo este escrito na lixeira da sua mente, disposto a nunca mais tirar de lá.
De certa forma, nenhuma das opções acima agrada a ninguém, muito menos a mim. Dessa forma, respondo TALVEZ. Não a vejo como uma saída estratégica, é simplesmente uma verdade dura de ler.

É necessário entendermos o que vem a ser cristão para que possamos chegar à resposta desta pergunta. O que vem a ser cristão? Status ou estilo de vida daqueles que seguem a Jesus? Se somente estas duas opções estivessem a nossa escolha, todos nós concordaríamos que a que mais se aproxima da idéia central da mensagem de Cristo seria a segunda opção, contudo, pelo menos metade daqueles que responderam a segunda opção como verdadeira, vivem pela primeira opção.

De modo que aqueles que são “cristãos titulares”, por acaso podem ser chamados de seguidores? Poderia citar uma lista de nomes realmente conhecidos e forçá-los a responder NÃO, não podem, mas prefiro apelar para a Bíblia. “Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo?”

Da mesma forma, se alguém tem um piano em casa, necessariamente isso quer dizer que ele saiba tocá-lo? Ou ainda, se alguém sentar em um banco dentro da Igreja, isso o torna automaticamente um Cristão? cristão não é posse garantida de ninguém, não é título.

Imagine se por algum motivo, você começasse a questionar-se sobre a autenticidade da sua fé. Se fosse casado(a), sua esposa ou seu marido lhe diria: “querido(a) onde foi que você desencanou essa idéia? Como você poderia não ser cristão? Você é brasileiro(a), não é? A cultura toda do nosso país fala de Cristo, seja lá qual religião a freqüentar, todos têm Cristo em comum. Você não é judeu(ia), é? Ou mulçumano(a)? Que mais você poderia ser, então? Faz mais de 1000 anos que o paganismo foi suplantado; assim eu sei que você não é pagão(ã), é ? Você é um(a) bom(oa) trabalhador(a), não é? Então é claro que você é Cristão(ã)!

Seríamos simplistas e miseráveis, ao apagar a luz daquele que nos pede para acender o holofote. Ou nós auxiliamos as pessoas ou encaminhamos para alguém que possa. Por atitudes como esta, por vezes, “é mais fácil tornar-se Cristão quando não se é um, do que quando se é cristão”

Søren A. Kierkegaard


A questão é que ninguém sobre a face da terra pode SER Cristão, sem TORNAR-SE Cristão. Todos nós somos convidados a tomar uma decisão: Ser cristão, que implica em tornar-se, ou não sê-lo.

Não é o tipo de decisão que fazemos uma única vez perante um grande público (a Igreja), e depois não precisamos mais nos recordar do ocorrido. Se fosse assim, ser Cristão seria título e todos nós concordamos que não o é.

A cada novo amanhecer é necessário optarmos novamente por sermos Cristãos, contudo muitos deixam de fazê-lo. “Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem”.

O que nos prontificamos a fazer foi deixar Cristo trabalhar em nós até que cheguemos à estatura de varão perfeito, e não termos um lapso cristão (atitude cristã momentânea).

O Cristianismo é uma empreitada para toda a vida. Não estamos na Igreja como admiradores de Cristo e sim como seguidores e discípulos. Em nenhum momento na Bíblia, vemos Cristo alegrando-se por ter admiradores. Seu ministério foi formar discípulos, seguidores.

Chegamos, então, ao maior dilema humano. Excluindo os homens que não possuem as faculdades mentais funcionando bem, todos os demais desejam ser salvos. Cristo também deseja salvá-los. O que o homem não quer é o sofrimento. Menos ainda o tipo de sofrimento que é propriamente o tipo cristão, sofrer nas mãos dos homens. Dessa forma, o homem dispensa o sofrimento e conseqüentemente o seguir a Cristo, observando-O de longe, afinal de contas, “Cristo já fez tudo que deveria fazer e eu já o aceitei, portanto, caso encerrado”. Errado. “Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante?”. Se queres, leia Tiago.

Ainda na mesma linha de raciocínio, o homem deseja a salvação e não deseja o sofrimento, logo, prego que o sofrimento não vem de Deus, todos temos que ser ricos, bem sucedidos e prósperos até o final da vida. Devemos dar ordens a Deus para nos abençoar. Se não somos prósperos, estamos em pecado. Coitado de Jó porque era justo, reto e integro e passou por maus bocados, Moisés que era filho da filha de Faraó, largou tudo para seguir a Deus e morreu no meio do deserto sem entrar em Canaã, ou ainda, pobre do profeta Isaías que foi fazer a obra do Senhor, andou nu por três anos e no final morreu cerrado ao meio. Se todos estes homens agiram fora da vontade de Deus, você pode rasgar a sua Bíblia agora mesmo porque ela diz exatamente o contrário.

Deus não chamou ninguém para ser professor da Escola Bíblica Dominical, o Líder do Louvor, da Juventude, de Missões, de Adolescentes, da Portaria, etc. Se você está/almeja alguma função dentro da Igreja saiba que nenhuma destas atividades te exime de ser um discípulo.

Dentro da Igreja, o objetivo é a maturação do corpo de Cristo e não a identificação dos discípulos. Esperasse que todos caminhem como discípulos, mas fora da Igreja cada um de nós sabe se é ou não um discípulo.

Somos chamados para sermos imitadores de Cristo, mas imitadores em que? Não em alguma aptidão humana que ele possa ter tido, nem algum hábito, gosto pessoal, preferências, beber vinho ou algum aspecto da sua vida como o fato de nunca ter se casado. Tudo isso é irrelevante. Espera-se, sim, do cristão, que imite e siga seu amor, perdão e misericórdia; em sua humildade e presteza para servir; em sua coragem e sua prontidão em sofrer pela vontade de Deus. Se não somos capazes de procurar seguir, ou ainda, almejar este tipo de padrão relacional, nosso cristianismo é mera fachada. E se for fachada é porque ainda não estamos o seguindo como deveríamos fazer. Ouçamos a sua voz. “...sê, pois, zeloso e arrepende-te...” “...Eu repreendo e disciplino a quantos amo...”.

Posso eu dizer que conheço Cristo e ser salvo sem mudar minha vida? Sem ter relacionamento com Cristo ou sua família? Posso marcar meu lugar no banco da igreja para ser salvo? Por dizimar para a Igreja “x” sou salvo? Não, nada disso te ajuda, alias, muito te compromete, pois sabes o que deve ser feito, mas não fazes. Sendo assim, como fica a questão levantada? Por acaso pode a fé salvar um Homem? Somente se esta fé estiver baseada na graça redentora de Cristo, na plena confiança em Cristo, independente de termos aceito Cristo no leito de morte, ou ter tido, uma vivência longa e com algumas falhas, pois o cristão, prossegue para o alvo, para a soberana vocação de Deus em Cristo Jesus, independente das coisas que para trás ficaram.

O verdadeiro cristão almeja tornar-se a imagem de Cristo. Sê, pois, zeloso...

Santidade em nossos dias, realidade ou impossibilidade?

A maioria dos Cristãos vive em conflito por não entender a luta intensa entre o novo homem, vivificado pelo Espírito, em conflito, com o velho homem, a natureza Adãmica.
Alguns largam as bandeiras, as armas e entregam-se a sua velha natureza, dizendo ser impossível atingirem a nova vida, a qual Cristo já delegou a todo aquele que nele crê.

Este conflito tem causado enorme baixa dentro do Corpo de Cristo. Por falta de conhecimento e maturidade Cristã, aqueles que deveriam auxiliar os novatos na fé, os apedrejam até a morte (espiritual). Se esta pessoa soubesse quanto juízo está acumulando sobre sua cabeça, voltaria e pediria perdão por fazer os novos na fé caminharem com passos vacilantes.
A necessidade da santificação e o problema do pecado não são de hoje. São temas antigos, e mui discutidos, por hora, vamos nos ater ao problema do pecado.
“Vá e não peques mais”. Isso temos dito, quase que como um chavão cristão. Mas quando Cristo pronunciou esta frase ele não queria torná-la chavão e sim o objetivo a alcançar.
O problema do pecado resume-se ao entendimento entre princípio de pecar e propensão a pecar.
A solução para nossos problemas está em aplicar colírio em nossos olhos para enxergarmos corretamente.
A Igreja Católica, ao longo dos séculos, divulgou que o Homem pecou por causa da carne. Sua natureza carnal o tornou impuro perante Deus.
O problema está no homem interior que ouviu a voz de satanás e decidiu por pecar. Não foi a carne que decidiu. A carne foi o veículo usado para manifestar o pecado do Homem e só. Culpar a carne, autoflagelar-se, bater com a cabeça contra a parede de nada vai adiantar, no final, você ficará somente como uma baita dor de cabeça. Tais atitudes não irão corrigir o homem interior.
A Cura para o homem interior não é física, é espiritual. Você já se perguntou porque as pessoas quando decidem consultar um médico temem que ele diga que a doença é psicossomática? Simples, porque a cura é interior. Nada físico (remédio, corrida ou natação) poderá resolver o problema. O que terá que ser tratado é alma.
Passemos rapidamente a outro conceito mal entendido por nós. Deus deu uma ordem ao Homem, o qual não sabe o que fazer com ela. Ora pensa em colocá-la no bolso e guardá-la para um momento propício, ora reclama por ter recebido tal ordem dizendo ser incapaz de cumpri-lá. “Sede Santos porque eu sou Santo”. Será que Deus acha que eu, homem pecador, posso realmente ser santo como ele é (perfeito, sem erro, sem mácula, etc)?
Se achássemos que Deus verdadeiramente quis dizer isso, teríamos todos os motivos para crermos que Deus se enganou a nosso respeito. Mas como é impossível a Deus enganar-se, o erro de entendimento está em nós.
A primeira pergunta que deveríamos estar nos fazendo é por que vou a Igreja?
Ora, ..., Para nos relacionarmos com Deus;
Para sermos Santos;
E dar, enfim, louvor da sua glória;
Se não entendermos isso, podemos parar por aqui mesmo.
Deus nos quer santos por um único motivo. Ele deseja que estejamos em sua presença todos os dias para toda a eternidade. Dessa forma, o maior problema do pecado é que ele nos conduz a estar, no final dos tempos, eternamente sem Deus.
Lembre-se, Deus é amor, e tudo que é bom, perfeito e agradável vem dele. Todas as demais coisas vem do maligno. Se você vai passar a eternidade sem Deus, saiba que o que chamamos de Inferno, não é nada mais do que a ausência plena de todo Bem. O que impede que este mundo descambe de vez é a presença do Espírito Santo atuando em tudo e em todos, inclusive naqueles que estão levando uma vida leviana.
Já o céu é a ausência plena de todo o mau. Desde que satanás e seus anjos foram precipitados ao abismo, não mais entrou no céu o pecado. Não há mais impureza no céu, estamos sendo tratados aqui.
Em Adão todos nós pecamos. O princípio de pecar foi imbutido em nós. O espírito do homem que mantinha comunhão íntima com Deus morreu e o homem ficou sendo guiado por sua alma, sua própria vontade.
Tendo o elo de ligação com Deus(o espírito do homem) sofrido a morte(separação), Satanás encarregou-se de auxiliar o homem a distanciar-se de Deus.
De Adão herdamos o pecado capital, o princípio de pecar e a propensão a pecar.
Mas nem tudo está perdido! Deus, na plenitude dos tempos enviou seu filho unigênito, Jesus Cristo, para morrer pelos nossos pecados e nos salvar do destino previsto para satanás e todos aqueles que o seguem, bastando para isso, aceitar a obra redentora de Jesus em nós. Em Cristo, passamos da morte para a vida. Isto é fato consumado, o verbo indica que já foi cumprido.
Quando aceitamos Cristo como nosso único Senhor e Salvador, o Espírito Santo vem habitar em nós. Nosso espírito, antes morto, é vivificado para termos comunhão com Deus.
Uma vez vivificado, o Espírito milita milita contra a carne e a carne contra o Espírito.
Todos nós ainda somos propensos a pecar, mas agora podemos oferecer firme resistência contra o pecado. Pense na propensão como uma verdadeira catapulta pronta a disparar se você assim quiser. Pode lhe vir a mente, você pode ser tentado, mas efetivar o pecado, como Adão o fez é, agora, escolha sua. Depende somente da voz a quem você dará ouvidos.
É o Homem quem decidirá aonde quer viver eternamente.
Quem vive no formigueiro tem que ser formiga. Para vivermos com Deus temos que ser santos.
É importante termos consciência de algumas coisas, por exemplo, o nascer de novo e o batismo com o Espírito Santo que nos dão força para não termos propensão a pecar.
Sede Santos porque o SENHOR vosso Deus é Santo.
Deus não nos dá uma ordem sem nos capacitar a cumpri-la.
Temos que reconhecer que precisamos buscar a santidade, pois na vida espiritual não existe cristão que possa dizer que tem uma vida estagnada, ou crescemos ou decrescemos.
Se você parar de buscar a santificação não só não a encontrará com perderá o que conseguiu adquirir até hoje.
Somente é necessário uma coisa, que você tenha a mesma fé que teve para aceitar a Jesus Cristo.
Você alcançará a santificação plena quando tiver a plena ciência de quem é Deus.
Continue a buscá-lO, Ele o ajudará!

Colaboração Professora Ebe - CNP

Sola Scriptura!

“Qualquer ensinamento que não se enquadre nas Escrituras deve ser rejeitado, mesmo que faça chover milagres todos os dias”.
Martinho Lutero

A muito tempo atrás, quando eu e você não éramos nascidos, um homem levantou-se para ser boca de Deus aos homens do seu tempo, o ex-monge agostiniano, Martinho Lutero.
Em seu tempo, séc XVI, Lutero pôde constatar que a Igreja não seguia mais a Bíblia, não a tenha como infalível e única verdade.
O tempo, a soberba e o individualismo alargaram a distância entre os líderes das Igrejas e suas congregações.
A Bíblia passou a ter um caráter secundário. A palavra digna de aceitação era a voz melodiosa do Homem, o qual, incluiu os sacramentos, a necessidade da fé mais as obras para salvação, a inserção da tradição papal como verdade além das escrituras, Cristo mais Maria como Co-intercessora, a interseção dos Santos e dos Anjos, entre outra coisas.
Foi dentro deste contexto que o monge agostiniano Martinho Lutero propôs-se a estudar as Escrituras com profundidade e especializou-se nas cartas aos Romanos, Gálatas e Hebreus, vindo a perceber os erros da Igreja Mãe.
Ao se deparar com o desvio ocorrido com a palavra de Deus, contrapos-se, veementemente, o destemido sacerdote.
Lutero partiu para uma ofensiva, afixando na porta da igreja de Wittenberg noventa e cinco teses contra as indulgências que as
pessoas pagavam para alcançarem o céu.
Com esse pensamento, Lutero dirigiu-se a Augsburgo, cidade alemã, onde se defrontaria com os representantes do Papa Leão X. Convidado a retratar-se, Lutero não se dobrou diante de ameaças e confirmou todas as verdades que dissera em seus escritos. Não poderia renunciar à verdade. O prelado inquisidor, cheio de ódio, disse-lhe: "Retrate-se ou mandá-lo-ei a Roma".
Ao contrário do que se esperava, Lutero disse: “Não me retrato de coisa alguma a não ser que me convençam pelas Escrituras e por argumentos irrefutáveis”.
O monge agostiniano declarava aos seus ouvintes: “Sola Scriptura, Sola Fide, Sola Gracia, Solo Cristo, Soli Deo Gloria” (Somente a Escritura, somente a Fé, Somente a Graça, Somente Cristo, Somente a Deus a Glória).
Somente as escrituras (Bíblia) eram a autoridade infalível dentro da Igreja e não o Papa.
A reforma impulsionou o povo a ler a Bíblia, pois esta se tornou acessível na liguagem do povo.
Contra tudo e todos, Lutero lutou para que as verdades bíblicas chegassem até nossos dias.
A grande pergunta é, o que estamos fazendo do evangelho que nos foi entregue?
Estamos pregando a pureza da palavra de Deus, ou estamos misturando-a ao veneno de víboras que aos poucos entorpecem o corpo de Cristo?
Cuidado com o que você escuta, que é lícito, convém.
Aos poucos um delicioso veneno desce pelas nossas veias causando torpor e enfraquecendo a palavra de Deus afixada em nossos corações. Debilita, desfalece e esmorece nossas defesas contra o inimigo de nossas almas.
Tais conceitos estão entrando na Igreja pela porta da frente.
Em nossas casas, a TV encarrega-se de dizer ao Cristão tudo o que deve considerar normal, incluindo todos os tipos de relacionamentos possíveis e até bem pouco tempo, inimagináveis.
Não nos preocupamos mais se nossos louvores e hinos expressam verdades eternas, a maioria das igrejas deseja apenas que sejam melodiosos.
Escola Dominical? Para quê? É atraso de vida, posso muito bem estudar sozinho e render muito mais. Pena que não o fazem!
Para que alimento sólido, se recebo uma papinha deliciosa? Tais pensamentos refletem a maioria das Igrejas.
O que se prega hoje? Dê ordens a Deus, e Ele lhe dará tudo o que quiser! Riquezas, títulos, reconhecimento social, econômico e político, uma vida economicamente estável e rentável. Existem até pessoas que pedem que Deus as abençoe na prática dos seus erros, e em todo o tipo de relacionamento possível. É, isto, bíblico? É claro que não. Não há entendimento de quem é DEUS, pois se houvesse não se atreveriam a pensar dessa forma.
Lutero, em seu tempo, lutou para que a palavra de Deus fosse tida como fiel, integra e única fonte infalível e verdadeiramente confiável, assim como seu entendimento e aplicação.
Façamos a brasa que há em nós queimar intensamente nesta noite fria que se aproxima.
Os cidadãos do mundo questionam-se: Por que servir a Deus? Por que dar-lhe o primeiro lugar em minha vida? Por que converter-me a Cristo, se os cristãos que conheço refletem atitudes mesquinhas, legalistas, medíocres, desrespeitosas com aqueles a quem chamam de irmão? Quanto mais com aquele que são de fora. Por que me tornar Cristão, se estou bem melhor do que eles, afinal de contas, quando eleitos pelo voto do povo, roubam de semelhante forma aos não cristãos?
Podemos corrigir o rumo da Igreja se atentarmos para a voz de Deus. As Escrituras oferecem o consolo para o pecador. Somente elas não se contradizem. Somente elas são o pilar, base e sustentação da nossa fé.
Só elas são verdadeiramente inspirada por Deus.
A respeito delas, Deus falou: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.”
“Sola Scriptura”, foi um brado contra os desvios acerca da palavra de Deus. Brado, esse, que novamente necessita ser ouvido pelas ovelhas de Deus.
Não devemos manejar a Palavra de Deus a nosso bel-prazer e lhe dar o entendimento que quisermos. Ex.: Jacó trabalhou 7 anos para ter Léia como esposa e mais 7 anos para ter Raquel, totalizando 14 anos de trabalho. Por isso devemos num ato de fé, acreditarmos na Palavra de Deus e demonstrar nossa crença nas escrituras depositando cada um 14 reais na cestinha da congregação!
Se, por acaso, tivessemos Cristãos de Beréia andando entre nós, certamente teriam vergonha de nossas atitudes como Cristãos, pois eles “receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim”.

Vida Cristã ou Liberalismo?

“Os que pregam a teologia liberal são ladrões; roubam de Deus sua soberania; de Jesus, sua divindade; do Espírito Santo, seu ministério; dos milagres, sua credibilidade; dos apóstolos, sua autoridade; da igreja, sua história; do novo nascimento, sua necessidade”.
J. Blanchard

Já observou o quanto somos chamados a sermos liberais nos dias de hoje? Não pela Igreja de Deus, mas sim, pela voz do mundo.
O mundo e tudo o que ele oferece têm sido o grande veículo usado por satanás para seduzir a humanidade desde a antiguidade até os dias atuais.
Desde o tempo em que o Filho do Homem andou entre nós, não se vê uma onda de pecados, luxúrias e prazeres tão acessíveis a qualquer um que os desejar.
Para a humanidade, estamos em pleno século das luzes, onde a ciência brilha intensamente produzindo toda sorte de produtos e recursos, necessários e supérfluos, ao Homem.
Não há somente bons produtos a venda, há pensamentos e novos métodos de enganar e ludibriar as massas a fazer o que se quer.
Nossa sociedade torna o homem consumista e incapaz de pensar. A ponto que doutrinas estranhas à Igreja de Deus estão sendo pregadas costumeiramente, como se fossem plenamente naturais aos olhos de Deus.
Constantemente recebo cartas de alguns irmãos em Cristo que se preocupam em repassar aquilo que aprenderam.
Pena que, o que eles tratam como ‘pura benção’, contém mais contradições do que uma mensagem escrita por uma criança, seja ela qual for.
Nosso século tem se caracterizado não pela atuação da Igreja de Deus, mas sim pela atuação do homem.
Quando olhamos para a maioria das igrejas abertas em nossos dias, difícil seria dizer se é Deus ou o homem que à está guiando.
Para início de conversa, o que tem nos trazido para a igreja todos os dias? O reconhecimento que somos pecadores e carecemos de Cristo, como nosso Único Senhor e Salvador? Ou vamos a igreja somente para pedirmos bençãos e encontrarmo-nos com irmãos em Cristo?
Será que era isso que Deus tinha em mente?
A maioria de nós vive no legalismo da religiosidade. Alguns dizem: “Eu sou religioso”, mas Cristo nunca nos chamou para sermos religiosos, fomos chamados para sermos Cristãos (pequenos cristos, ou ainda, seguidores de Cristo).
É bem verdade que toda religião procura ligar o homem a Deus. A própria palavra religião vem do termo grego religare, que quer dizer ‘religar’ .
As religiões tem como o objetivo religar o homem a Deus. Mas existe uma grande diferença entre o Cristianismo e todas as demais religiões. Enquanto as demais são tentativas humanas de encontrar/ter comunhão com Deus, o Cristianismo é a “ação ” de Deus contra o pecado. Oferecer aquilo que o homem não pode alcançar sozinho, a redenção. No Cristianismo, Deus é quem busca o homem e toda a sua criação que jaz no malígno.
Poucos entram numa igreja com tal pensamento, ..., o que mais queremos é a cura para uma doença, a busca pela solução dos nossos problemas, ou ainda, riquezas e prosperidades terrenas.
Nosso maior problema é atender ao modismo atual de que tudo posso, porque todo mundo faz e todo mundo aceita. Tanto é, que hoje é pregado o Homossexualismo como doença/ distúrbio de origem genética e não mais como pecado.
Como se isto não bastasse, afirmam que a Bíblia está errada e deveria ser reeditada. Algumas igrejas já ouviram a voz do mundo e renderam-se a tais conceitos, não só permitindo homossexualismo de seus membros como também de seus pastores.
A Bíblia afirma explicitamente que tudo isso é abominação ao SENHOR.
Não é atoa que Cristo avisa a Igreja do final dos tempos: “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca”.
Esta mornidão está associada aos valores de Cristo e sua Igreja estarem se misturando aos do mundo. A Igreja tem se associado demais com os conceitos do mundo. Os Jovens, futuros líderes da Igreja, perguntam enfaticamente: “Ah! professor, lesbianismo não é pecado, né? Afinal todo mundo faz!”. Outros dizem: “...Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma...”. Pena que o discernimento espiritual venha pelo ouvir a palavra de Deus, porque a maioria dos que se dizem cristãos, não passa de associados a Igreja, “Clube de Cristo para Salvação S.A.”. Onde estão os cristãos?
E o Senhor, sua misericórdia e seu amor são incansáveis. Ele continua a exortar. “...E nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo.
Interessante que a Igreja do final dos tempos deixa cristo em pé, do lado de fora de sua própria congregação.
Alguns dizem, - não foi para a Igreja e sim para mundanos. Não olhe para estes versículos como se fossem evangelisticos, pois eles não são.
Estes versículos falam da iminência do arrebatamente, eis que estou a porta da minha igreja, pronto para levar quem estiver atento a minha voz.
O liberalismo tem nos afastado da mensagem da Cruz, do sacrifício de Cristo, da santidade que Cristo e Paulo pregavam a cerca dos salvos em Cristo.
Faça uma auto-análise, não deixe cristo do lado de fora. Ouça sua voz. Abra a porta para Cristo e feche-a para o mundo.

A Igreja e a Pós-modernidade

“...Hipócritas, sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu e, entretanto, não sabeis discernir esta época?”
Lc 12.54-56
Hoje em dia, muitos vivem suas vidas como os romanos viviam em seu tempo ao qual Paulo dirigiu a sua carta. “Comamos e bebamos, pois amanhã morreremos!”.
Que geração é esta que nós estamos vivendo? O que esta geração tem como meta?
Vivemos num mundo pós-moderno, muito embora não possamos definir muito bem onde começou a pós modernidade. Os historiadores dizem que começou com a queda do muro de Berlim. Já os arquitetos, que iniciou com as novas construções realizadas em 1910, na Europa. No Brasil, temos nosso avanço com Oscar Niemayer.
Vivemos numa época em que conseguimos distinguir o nível econômico e socio-cultural de um bairro pela sua arquitetura, pelo seu design. Distinguimos seus problema sociais e a necessidade de cada bairro. Vivemos numa época em que distinguimos estes sinais muito bem.
Hoje não encontramos uma estrutura padrão com qual nos deparemos e digamos: “isto é uma igreja!”. Cada igreja, dentro de sua própria denominação, cresce de forma não definida.
Vivemos numa época em que as pessoas são discriminadas pelos bairros em que moram (bairros de periferia e elite).
A Pós-modernidade vem para marginalizar tudo aquilo que a Bíblia prega.
Quando Paulo escreve a Igreja em Roma, há toda umaAtmosfera envolvendo o nosso entendimento.
A vida em Roma naquela época era como se estivéssemos vivendo, hoje, nos nossos dias pós-modernos. Impostos caros, ..., Roma só pensava em comer e beber.
Roma só pensava em prazer, assim como hoje. Quando convidamos pessoa para virem à Igreja, elas não vêm, mas se convidarmos para um shooping, para um churrasco, ou um passeio elas vêm. Roma só pensava em satisfação de desejos, assim como a sociedade em que vivemos hoje.
Roma oferece prazeres que o homem, geralmente, não pode pagar. Deixamos de comprar pela necessidade e passamos a comprar para satisfazer o desejo do nosso coração.
Nosso Culto é racional, como podemos ver em Rm 12, contudo, Roma despreza tudo que é racional.
Roma necessitava de prazeres visuais para assimilação de idéias e mensagens. Em nossos dias, as pessoas desejam receber conhecimento de forma fácil, através da exposição visual (filmes, novelas, uso da imagem em geral), caso contrário não há assimilação de conteúdo.
Vivemos numa época de modismos, emoção no local da razão, conforme vemos o que é pregado pelas igrejas: “receba a unção, sinta a unção”.
Essa não era a mensagem de Paulo. Ele dizia: “Nós não andamos por vista, andamos por fé”, não andamos pelo que sentimos, andamos pelo que cremos.
Não podemos viver no campo das emoções. Vivamos de forma racional.
Roma prega a alienação. Vivemos alienados em nossa própria sociedade. Alheios a tudo que ocorre ao nosso redor.
Uma das marcas da pós-modernidade é o individualismo. As pessoas vão a igreja para buscar sua benção. Entram e saem sem serem vistas ou notadas. Não se preocupam com comunhão, antes, desejam não serem vistas.
Tais pessoas não sabem que a palavra Igreja vem da palavra grega Eklesia que quer dizer ajuntamento de pessoas.
Com a pós-modernidade, surge a palavra cidadania que valoriza o indivíduo.
Valorizam o indivíduo. Este não precisa mais de Igreja, pois pratica um CULTO PESSOAL através da TV, e têm um PASTOR VIRTUAL.
Não existe Pastor Virtual, e também, não há Igreja de um homem só. Quando olhamos para o Velho Testamento, a Shekinah de Deus somente se derramava no templo de Deus, através do ajuntamento de pessoas.
Subsistimos num tempo completamente individualista, onde a satisfação dos prazeres vem em primeiro lugar. Por isso, quando a Igreja tenta reunir seus membros; somente o consegue através de promoção de churrasco e passeios. Apenas reunir-se para estudar a palavra numa EBD, não é o suficiente para os novos cristãos.
Roma sempre valorizou o amor “eros”, carnal e individualista, como vemos hoje. Os jovens ‘ficam’, e não sabem nem com quem ‘ficaram’. Deus sempre pregou o amor ‘Ágape’, o ‘Storge’ e a ‘Amizade’ mas Roma foca um amor completamente distorcido.
Coexistimos num tempo em que as coisas eram para ontem. Não há mais tempo para comunhão.
Vivemos numa sociedade edonista na qual Cristo disse que iria preceder a sua volta. Lc 17.
...Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento” Lc 17.20.
Significado da Expressão original, “davam-se a TODO tipo de relacionamento”.
Praticamos um amor superficial, onde não há relacionamento. Nossa sociedade é extremamente consumista (Rm 13.8). O apelo ao consumismo está expresso na fila dos caixas dos supermercados, nos produtos a vista para comprar, num controle remoto de uma TV a cabo, com o qual, hoje, podemos comprar qualquer produto. Vivemos numa sociedade que vê o material como suprimento das necessidades espirituais.
Os relacionamentos conjugais estão desestruturados devido a perda dos valores cristãos e a falta de tempo do casal.
Fazemos parte desta sociedade que prega os valores cristãos de forma desvirtuada.
O evangelho da prosperidade prega que o homem tem que ser ricamente abençoado aqui. Mais uma vez, isso não foi o que Paulo pregou, ele afirmava que “...se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens...” (1 Co 15.19). O Pós-modernismo é caracterizado por um radicalismo extremo, onde se despreza a razão, e ninguém se aprofunda verdadeiramente em conhecer a palavra. Não podemos agir assim!
Devemos ser imparciais nascoisas essenciais, e nas coisasdispensáveis, moderados.

Graça e Paz!!!
Colaboração Pr Fernando Henrique Cavancanti

É preciso, ..., humildade!

“Quanto mais elevado estiver o homem na graça, menor ele será a seus próprios olhos.”

C. H. Spurgeon

O crescimento da vida cristã depende do estilo de vida que você cultua! É verdade que quanto mais próximos estamos de Deus, mais longe estamos do mundo, bem como, também é verdade que quanto mais próximos estamos de Deus, muito menos nos acheremos perfeitos em nossos atos! Existe uma virtude que nos dá o sentimento da nossa fraqueza. Mas ele deve ser cultivada, dia-a-dia aprimorada, porque sozinha ela não germina. Esta virtude torna fraco o forte, inculto o sábio e uma simples criança um adulto. Seu nome é muito conhecido, pena que, nem tão praticado. Você a conhece pelo nome de HUMILDADE. Cresça em humildade não fingida e será sábio aos olhos de Deus. “Por aquele tempo, exclamou Jesus: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.” (Mt 11.25)

Diga-me...

Diga-me qual é o nosso papel? Qual o Papel da Igreja? Os homens continuam a seguir caminhos tolos, a portar-se de forma desonrosa e a retribuir o mal com o mal. Fale-me, mas fale-me agora, Qual é o nosso papel nessa história? Nos taxamos como “Santos”, separados, e por isso, muitos de nós nos afastamos do caminho, da ordenança e da vida que Jesus levava, pelo nosso falho entendimento a respeito da "Santidade" pregada por Jesus. Por favor, diga-me, ..., Fale-me agora, onde está o bom homem, regenerado pelo Espírito Santo, o qual não perde tempo com tolices, mas se gasta em benefício dos demais? Será que a vida perdeu a importância, ou somente as pessoas ao nosso redor perderam a importância que tinham para nós? Temos sido como Jesus? Amamos o pecador ou afastamo-nos dele? Afinal de contas, ..., Eu, pecador? Hã! Eu hein! Quando vamos voltar à simplicidade do evangelho? Quando vamos caminhar em busca dos doentes novamente? Queremos tanto nos afastar do pecados dos outros e de suas feridas abertas para não sermos contados com os pecadores, que deixamos de tratar as nossas próprias feridas. É cômodo e fácil apenas dizer ser cristão. Não creio que quando tomamos estas atitudes, verdadeiramente o somos, já que ser cristão é ser seguidor de Cristo: Viver e Ensinar aquilo que Jesus era, é, e sempre será.
Com o profeta Jeremias não foi diferente: Seu povo, em sua época, negligenciava a palavra de Deus e vivia como se a estivessem seguindo a risca, esperando que Deus os abençoasse em todas as coisas. Quantas vezes aquele profeta não gritou: “Violência e Destruição”?...., Não importa! ..., Importa para quem ele gritou. Parece que se quisermos encontrar em nosso tempo todos os erros evidenciados por cada um dos homens que Deus levantou em cada época, encontraremos. Será que somos tão espirituais o quanto dizemos? Onde está o cuidado pelo ferido? Onde está o amor pelo aflito? pelo enganado? pelo perdido? Certamente, em algum lugar!
Espero, eu, que esteja em você e em mim. Vivemos dias difíceis, ..., É fato! Mas isso, não exclui nossa obrigação de refletir as atitudes de Cristo. O amor de muitos tem esfriado e continuará esfriando se não fizermos nada. Não desista, não esmoreça, a bíblia é bem clara, não vos conformeis com este século. Se este século está caracterizado pela falta de Amor e Deus nos ordena a não nos conformar com ele, porque nos conformamos? Eu e você temos, talvez, a maior de todas as missões. Manter a chama do Amor acessa. Escrevo estas palavras com profundo pesar, pois por falta de amor, mais um deixou de amar. Conheci um homem honesto e trabalhador que amava a palavra de Deus e que durante três anos trabalhou comigo. Um dos quais trabalhamos juntos e os demais afastados. Não era um super crente, mas amava a Deus, sua Igreja, seus irmãos e sua família. O tempo passou, ..., As distâncias aumentaram, ..., E o convívio foi diminuindo a ponto de ficar mais de seis meses sem notícias. Chegavam, alguns flashes: brigas dentro da casa do Senhor, desentendimentos, orgulho, ira, exclusão, etc, enfim, ..., Exatamente aquilo que não fomos chamados a plantar. Se somos o corpo de Cristo, porque não atuamos como tal? Onde nos estamos? Pois isso não é um relato isolado, acontece mais do que você e eu imaginamos. Ou melhor, onde é que colocamos Cristo? Em nosso coração ou na ponta da chuteira para dar uma “bicuda” Cristã? Todas as pessoas sempre foram importantes para Cristo, a ponto de Cristo se entristecer profundamente por aqueles que não o aceitavam. Diga-me qual é o nosso papel? O que somos chamados a fazer? A Expulsar um membro da Igreja? E para isso, não é preciso uma ação de púlpito, basta aplicar a famosa exclusão social (ninguém entra na minha rodinha de amigos).
Diga-me, o que o amor Cristão nos ensina a ser? Com certeza, não é ficar de braços cruzados vendo mais um se perder. E quando sua família entre em dissolução. O que isso causa em nossos corações? E se este homem, agora, fora da Igreja, fora da sua casa, colocar a foto de sua jovem namorada (e não me refiro à ex-esposa) ao seu lado no Orkut, como forma de rebelar-se a Deus, a Igreja, seus membros e sua família (esposa e filhos) entregando-se aos prazeres da vida. O que fazer? Assistir de camarote? Ou entreolharmos uns aos outros e dizer, eu sabia que isso iria acontecer, não tinha boa índole desde o princípio? E se este homem começar a drogar-se, roubar dinheiro de onde trabalha, for demitido e excluído no círculo daqueles com quem ainda conversava. O que resta a este homem? Uma vez foi Cristão, hoje já não sei, ..., Uma vez pregou a compaixão, mas hoje está excluído e entregue nas mãos de outro senhor que faz dele o que quiser. Diga-me qual é o nosso papel? Qual o Papel da Igreja? Caríssimo e inestimável irmão, não deixe NINGUÉM, sem o MELHOR que VOCÊ possa FAZER. Suas ações, suas atitudes poderão mudar drasticamente a vida de uma pessoa. Este relato acima é real.

Dia 2 de Julho - Dia do Hospital

Encontrava-se no hospital um soldado, à espera de uma operação melindrosa. Avisaram-me que o caso era sério. O rapaz aguardava apreensivo. Quando raiou o dia, permanecia na expectativa do momento em que os enfermeiros o levariam à sala de operações. O seu coração estava desejoso de ter alguém que o acompanhasse. Exatamente naquele instante, entrou no quarto a enfermeira. Colocou carinhosamente sua mão sobre a mão do rapaz e disse: "Não tenha medo. Você sabe da promessa: "Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando pelos rios, eles não te submergirâo; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti" (Is 43.2)? A seguir, ela se retirou para atender outro paciente. Aquela mulher nunca soube quanto suas palavras o ajudaram naquela hora. Sem receio, o soldado foi para a sala de operações e de lá saiu para dedicar sua vida ao Salvador. F. S. Eitelgeorge (Missouri, E.U.A.)
Sua casa tem sido um hospital para os enfermos? Você tem sido um bom enfermeiro a todos os doentes? Pare, Pense e Reflita. Se não servirdes para servir, então para que serves tu!

Eternidade, sim! mas, onde?

“Os homens não temem que a morte seja aniquilação, mas, sim, que ela não o seja”.
Epicuro

Notamos no homem não convertido o desejo de viver a vida ao máximo, seja lá o que for seu próprio entendimento de vivê-la ao máximo. Apoiam-se em idéias como: “só tenho uma vida para viver”, por isso vou usá-la a meu bel-prazer. Interessante é verificar que o homem continua a permitir que o engano reine em sua vida. Lembre-se que foi assim no jardim do éden. A serpente utilizou uma lei previamente estabelecida por Deus para enganar o homem. Hoje, o homem usa verdades que a Bíblia afirma como irrevogáveis, tipo: cada um só tem uma vida para viver vindo depois disso o juízo, para justificar seus atos. O homem natural extrai a parte agradável e jogar fora a desagradável. Definitivamente, não é o que Deus ensina. Se entendêssemos que aniquilar é deixar de existir, saberíamos que Deus nunca disse que aniquilaria o homem, mas sim, que este viveria eternamente ao seu lado ou sofreria eternamente no inferno. Ora, a certeza de qualquer homem seja esta: “A ETERNIDADE NOS AGUARDA”. Somente decida aonde quer passá-la.

Diga-me o que lê e eu te direi quem és...

“Tornamo-nos o que lemos”.

Matilda Nordtvedt
Quem dera todos nós chegássemos ao mesmo consenso que Matilda Nordtvedt, e selecionássemos o que lemos no jornal, em uma revista ou ainda em um anúncio. Quem dera todos entendessem o que Cristo dizia quando falou que as pessoas erravam por não conhecer as escrituras e nem o poder de Deus. Quem dera, talvez entendessem o que Oséias dizia como palavra do Senhor: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento”.Se acaso viessemos a entender que a vontade do Senhor é boa, perfeita e agradável. Se fizessemos como fez Josué, meditando na lei de Deus de dia e de noite... Talvez possamos nos tornar espelhos de Cristo. Por que a maioria de nós, cristãos, está tão longe da semelhança de Cristo? Por que a grande maioria diz faça como Jesus fez e tão pouco tem ousadia e coragem o suficiente para dizer como Paulo, “sede meus imitadores, como eu sou de Cristo!”. Por que isso ocorre? Talvez seja, porque tornamo-nos aquilo que lemos e bem pouco lemos aquilo que nos propomos tornar!

Liberdade ou Libertinagem?

Usamos a palavra liberdade para quase todas as coisas, mas na maioria das vezes a usamos sem sequer entendê-la. Citemos duas definições existentes no Aurélio: “Faculdade de praticar tudo quanto não é proibido por lei”, ou ainda, “Supressão ou ausência de toda a opressão considerada anormal, ilegítima, imoral”. O conhecimento para realizar o certo, as vezes está tão próximo quanto o abrir de um dicionário, contudo, o povo atribuir a palavra liberdade, o sentido que eles desejam, ou seja, libertinagem, liberdade para fazer o que quiser, quando quiser e como quiser, sem prestar contas de nada. Quando o homem pecou, perdeu o contato intimo com Deus. Perdeu sua preciosa orientação. Tornou-se escravo dos seus desejo. Parou de apreciar tudo a sua volta (esposa, filhos, natureza, etc) para ser escravo do trabalho, do dinheiro, do sucesso, do lucro, da avareza, sem ao menos perceber que estas coisas o tornaram uma pessoa pior. Só há um caminho para o homem tornar-se novamente livre. Prestar atenção aos conselhos de Deus.


“O homem é mais livre quando controlado apenas por Deus”.
Agostinho

A doença mortal

Muito avançamos no ultimo século em relação a avaliação de doenças, execução de cirurgias e ao controle de doenças infecto-contagiosas, mas a sociedade parece estar longe de identificar seu maior mal. Existe uma doença menosprezada que controla o corpo e todas as suas funções vitais. Instala-se com facilidade e faz com que o hospedeiro acredite, inclusive, que sua saúde está perfeita. Seu diagnóstico é muito simples, contudo pouquíssimos se dão ao luxo de realizar. E ainda, a grande maioria dos que realizam o Check-Up, acreditam que o preço é elevado demais e preferem continuar suas vidas sem ao menos tentar a cura. Você não precisa ir muito longe para encontrar os focos desta doença. Pode haver alguém infectado bem próximo de você! Seu nome, ‘Pecado’, leva o homem a procurar usufluir de tudo o que o mundo dispõe, lícito ou não, causa afastamento de Deus e da única cura disponível. A fase terminal é o fundo do lago de fogo e enxofre, a segunda morte, de onde não há volta e lá haverá choro e ranger de dentes para sempre.

“Mate o pecado antes que ele o mate.”
Richard Baxter

Por onde andas Deus?

“Nenhuma palavra da Bíblia procura explicar Deus; Ele é tido como certo”.
J. Blanchard

Existem verdades que não podem ser provadas. A Existência de um DEUS santo, poderoso, criador de todas as coisas é mais um exemplo das coisas que o Homem se questiona e procura respostas. Mas esta atitude, ao contrário do que pensa a grande maioria, não ajuda a aproximar-se de DEUS, afinal, não há nas escrituras nenhuma preocupação em explicar a existência de Deus. A Bíblia tem a existência de DEUS como certa. Deus existe e ponto! Não perca seu tempo questionando-se a respeito da existência de DEUS só porque as coisas não andam bem para o seu lado. Acredite nEle, em Sua palavra e em Sua fidelidade. Ele está 24 horas ligado em você, somente esperando que você volte sua face para Ele. Não deixe seu coração endurecer! Creias!

Sob qual fundamento tu mantém-te de pé?

“Guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna".
Jd 21
A Bíblia é a revelação do fato de que Deus é amor. Muita gente compreende mal o atributo da natureza de Deus, que é amor. "Deus é amor" não significa que tudo seja doçura, beleza e felicidade, e que o amor de Deus não possa sequer permitir a punição do pecado. A justiça que pregamos é temperada com amor. A retidão que pregamos é fundada no amor. A expiação que pregamos é planejada, providenciada, concedida, executada e inspirada pelo amor. Quando pregamos a ressurreição de Cristo, estamos pregando o milagre do amor. Quando pregamos a volta de Cristo, estamos pregando o cumprimento do amor. Não importa o pecado que você tenha cometido, por mais terrível, sujo ou condenável que tenha sido, Deus ama você. E este amor ninguém pode medir, falsificar ou extinguir! Deus está constantemente a sua procura! Aproveite a sua ora tranquila e busque-o também!

Só porque é dificil para você, não diga que é impossível para Deus.

“O ideal cristão não foi testado e reprovado. Ele foi considerado difícil e por isso permaneceu sem ser experimentado”.
G. K. Chesterton
Essa é a ‘natureza humana’ contra qual devemos lutar. Contra a qual Josué e Calebe lutaram em sua época. É muito fácil achar que os objetivos que Deus tem para as nossas vidas são inatingíveis. É uma atitude fácil e cômoda. Alguns apoiam-se em suas próprias experiências para afirmarem que o ideal de Deus para as suas vidas é inatingível, sem ao menos terem tentado. E quando tentam, tentam da maneira errada, pois o fazem em suas próprias forças. Não clamam, não oram, não dão a Deus o primeiro lugar, não o reverenciam, não o glorificam, não o buscam. Esquecem que o próprio Deus quando esteve andando entre nós afirmou: “Sem mim nada podeis fazer”. Pare, pense e reflita. Como você tem tentado viver a vida cristã, na sua força ou na força do SENHOR!

Salvação sem mudança de vida é ilusão

"O homem nasceu e vive em pecado; ele não pode fazer nada em favor de si mesmo, pois só é capaz de prejudicar-se a si mesmo".

Søren Kierkegaard
É certo que o homem não pode fazer nada por si mesmo. Søren não falou nada mais do que a verdade contida nas palavras de Jesus Cristo , “sem mim nada podereis fazer”. Nosso irmão Paulo foi mais longe e afirmou: “posso todas as coisas em Cristo que me fortalece”. Acontece que hoje, a maioria dos cristãos não estão dispostos a demonstrar a mesma “entrega total” a Cristo, coisa que era comum no tempo dos apóstolos. Alguns acham que realmente podem santificar-se sem Cristo e outros ainda acham a santificação impossível. Isso se deve ao fato de confiarem mais em suas atitudes carnais do que na atuação do Espírito Santo em suas vidas. Toneladas de livros afirmam que o homem “pode salvar a si mesmo”, ou ainda, “uma vez salvo sempre salvo”. Existem pregadores que afirmam: “se você aceitar Jesus hoje, não importa se amanhã você vai voltar para o mundo, prostituindo-se, porque você já está salvo”. Isso é uma grande MENTIRA. Que cristianismo fácil seria esse. Jesus afirma textos bem diferentes. Exemplo: “Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo” (Mt 10.22), ou ainda, “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mt 7.21). Não se deixe levar pelos ventos de doutrina, conheça a Bíblia vá a Escola Bíblica Dominical.

Sentar-se na cadeira da Igreja não faz de ninguém um Cristão

“É mais fácil dar qualquer coisa que tenhamos do que dar-nos a nós mesmos”.
J. Blanchard

Quantas vezes usamos frases assim para justificar o injustificável, que é ausentarmo-nos da presença de Deus. Não estamos falando de Igreja, de serviço voluntário, de evangelismo, nem ao menos de alguns ministérios, pois todos nós sabemos que eles são importantes. Mas existe algo mais importante do que qualquer uma dessas atividades, ..., o tempo que você destina a Deus. Não é o tempo que você destina a um ministério, estudos teológicos, nem ao menos a serviços comunitários. A questão é quanto tempo você destina a Deus? Você tem tempo para ter uma conversa intima e sem pressa? Ou sua oração é formatada para cumprir tabela. Deus quer intimidade! Não faça da sua oração mero formalismo. Converse com Deus! E isso, eu e você podemos fazer aonde quisermos!
Deus já saiu a sua procura, abra a porta e convide-o a sentar à mesa.

Unidos

"Sei que a igreja tem suas tolices, incoerências e irrelevâncias; mas amo minha mãe, a despeito de suas fraquezas e rugas".
E. Stanley Jones

O que podemos dizer a respeito da frase do Sr. Jones? Escritores famosos falaram muitas vezes a cerca da Igreja de Cristo. Alguns mais ousados falaram assim: "Se Deus é meu pai, a Igreja é a mãe do cristão". É certo que todos nós temos olhos crí­ticos, e talvez, não exista nada que o Homem saiba fazer melhor do que criticar, mas não foi para isso que fomos chamados. Fomos chamados para tornarmo-nos como Cristo. Deus não chamou crí­ticos, chamou pecadores ao arrependimento. É nesta meta que estamos unidos.
Perdemos a maior parte do tempo divididos em discussões que não levam a lugar nenhum. Parece que fazemos de tudo menos ler a Bí­blia, digo isso porque, se parássemos para lê-la veriamos que Cristo falou que nenhum reino subsistiria se dividido (lutando contra si mesmo).
Enquanto lutamos uns contra os outros, perdemos almas que estão implorando por salvação.
Ouve a voz do Senhor e ponha-se a trabalhar. A seara é grande mas poucos são os lavradores.

Lutar sempre, esmorecer jamais!

“A primeira lição na escola de Cristo é a abnegação”.
Matthew Henry

Quando falamos que a vida cristã exige uma mudança brusca de comportamento, falamos a verdade,Porque nada pode ser mais dificil do que iniciar a primeira aula com um assunto tão contrário a nossa natureza do que a abnegação. Parece-me um tapa de mão aberta! Contraria a nossa vontade de sermos “paparicados”. Faz-nos olhar para dentro e mudar nosso foco. O Ponto de partida deixa de se o EU e passa a ser Cristo e a sua família (a Igreja). Então começamos a engatinhar e aprender que a abnegação envolve realizar algo sem interesse de ser recompensado. Renunciamos a nossa vontade corrupta e nos despreendemos para auxiliar o próximo. Sem dúvida a abnegação é um Sacrifício voluntário do que há de egoístico nos desejos e tendências naturais do homem, em proveito de uma pessoa, causa ou idéia, conforme cita o dicionário Aurélio.
JÁ APRENDESTES A PRIMEIRA LIÇÃO?

Não apontemos os dedos, estendamos aos mãos!

“O evangelho não denuncia pecado nem pronuncia julgamento. Ele anuncia salvação”.

G. Campbell Morgan
Quantas vezes temos visto e ouvido um evangelho não cristão sendo publicado, veiculado e vinculado a Cristo? Basta olharmos para a palavra vinculada pela mídia e veremos um evangelho que pouco tem preocupado-se em sentenciar o pecado, mas sim o pecador. O Evangelho foi a resposta de Deus ao pecado do Homem, a porta aberta, o convite de Deus a comunhão, o convite ao arrependimento, a oportunidade de socorro, de refrigério e de salvação. Ele anuncia ao Homem Pecador a salvação. Deus não está longe com julgam os pessimistas, “perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido”. Não ouça somente palavras, seja tocado pelo Espírito Santo, anotar palavras nunca salvou ninguém, pratique-as. Responda a grande comissão,EVANGELIZE!!!

O Amor ao próximo e a Igreja de Cristo

"O Amor é o poder nuclear que conserva unido o corpo da Igreja Cristã".
Stephen Olford
Estamos o tempo todo falando do amor cristão, do exemplo deixado por Cristo para nós. Quando esse Amor resplandece em nossos corações não há força no mundo capaz de ferir mortalmente o corpo de Cristo. Isto ocorre porque o Amor flui como o próprio sangue nutrindo as células, providenciando o estancamento da hemorragia e curando o corpo. Da mesma forma, o amor atua dentro do corpo de Cristo. Tem algum enfermo entre vós? O que fazeis? Medique-o com amor.
"A Igreja é um hospital para pecadores, não um museu para santos"
Anônimo.

sexta-feira, setembro 15

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