quinta-feira, maio 28

Citação, Anônimo


É custoso seguir a Cristo, mas custa muito mais não fazê-lo!
Anônimo

Profecia Bíblica: Consolo, não discórdia!

quarta-feira, maio 27

Citação, Bernie Zilbergeld (Psicólogo Clínico)

A psicologia se tornou uma espécie de substituto dos antigos sistemas de fé. Escolas diferentes de terapia oferecem visões da vida feliz e de como vivê-la, e aqueles cujos antepassados buscavam consolo nas palavras de Deus e adoravam no altarres de Cristo e de Yahweh, agora buscam conforto e adoram nos altares de Freud, Jung, Carl Rogers, Albert Ellis, Werner Erhard, e toda uma hoste de autoridades similares.
Bernie Zilbergeld, The Shrinking of America:
Myths of Psychology and Theology
(Zondervan, 1979), p. 15.

terça-feira, maio 26

Elogiar ou Ser Elogiado

Muitas coisas nesta vida tem a aparência de neutralidade, mas como nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que é considerado benéfico realmente o é.
Há muito o que falar sobre elogiar e ser elogiado, mas, facilmente, podemos reduzir os resultados encontrados a duas vertentes opostas entre si, tal como a benção e a maldição...
Isso porque há algo extremamente salutar e benéfico no ato de elogiar e ser elogiado pelo próximo. No entanto, ser elogiado pode tornar-se perigoso para a alma humana, quando o que fala mais alto na natureza humana é sua própria carnalidade, ao invés do homem renovado pela ação do Espírito...
Ao elogiar o próximo por uma atitude, qualidade, características, ..., ou qualquer outro motivo não descrito aqui, ao elevá-lo, automaticamente, começa a agir em meu interior uma ação libertadora, que me põe em estado de humildade perante meu semelhante. E tal ato é feito em ausência de constrangimento e inveja. Tais sentimento nem passam pela mente daquele que deprecia-se em prol do próximo no intuito de conferir elogio aquele que crê merecer o louvor, cumprindo, dessa forma, o anseio das escrituras: "não seja a tua boca que te louve, mas a de outrem".
Ao conferir elogios a outrem, liberto-me da escravidão do Ego que busca inflamar a si próprio, suas qualidades e características. Contudo, o mesmo princípio que liberta àquele que elogia, pode, se não for acompanhado de sabedoria, discernimento e maturidade, aprisionar aquele quem recebe os elogios, basta ao homem ser dominado pelo seu próprio Ego, pela natureza carnal do primeiro Adão para que aquilo que foi dito na melhor das intenções faça mais mal do que bem.
Todos nós temos nossos próprios temores e estes nos são como verdadeiros demônios. Reconhecido ou não, talvez, o Ego seja o nosso maior inimigo, pois nos aprisiona sem que percebamos, nos reveste de amor-próprio desviando-nos do próprio amor, transforma nossa ação por amor a Deus em um simples mecanismo de auto-exaltação particular onde deixamo-nos ser seduzidos pelas nossas próprias cobiças.
Miquéias reduz o que Deus nos pede a três atos: Amar a justiça, praticar a misericórdia e andar humildemente com para o Senhor nosso Deus. O Ego inflamado pelo elogio fere e corrompe as três! Seriam necessárias várias linhas para analisar ação do Ego sobre cada um dos termos, mas nada que uma reflexão pessoal da sua parte não resolva.
O que fazer então? Se elogio, liberto-me, mas se o faço, corro o risco de aprisionar outra pessoa. E agora? Bem, que o elogio seja feito com sabedoria e discernimento, preocupando-se em não inflar o elogiado diante de uma multidão expondo-o como se vitrine fosse, ou ainda, que o elogio seja feito diretamente a pessoa e em exclusividade. Tudo isso para que o ego não seja inflamado a ponto do elogiado perder a capacidade de controlá-lo.
Sobre o elogio ainda resta uma coisa e a considero como a mais importante! É sempre bom lembrar que o elogio que recebemos não é fruto de uma ação exclusivamente pessoal, ..., várias foram as pessoas que co-participaram e tornaram possível a referência elogiosa.
Nas palavras do Apóstolo Paulo, ninguém deve pensar
"de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um" (Rm 12.3). Enfim, qual será o Homem dentre nós que pode excluir a própria ação do Espírito Santo sobre nossas vidas, nos conduzindo e nos aperfeiçoando dia após dia, nos fazendo alvo dos elogios que são frutos do Seu controle? Qual de nós pode alegar que os elogios são frutos de uma individualidade egoísta fundamentada numa capacidade pessoal inexistente? Sinceramente, não há homem que, em verdade, o possa dizer! O mérito é dele, não nosso!
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Postado por Ricardo Inacio Dondoni

segunda-feira, maio 25

Citação, William Law

Auto-amor, auto-estima e auto-gratificação são a essência e a vida do orgulho; e o diabo, o pai do orgulho, nunca está ausente de tais paixões, nem deixa de ter influência sobre elas...
Todo filho de Adão está a serviço do ego, a despeito de sua educação ou posição na vida, até que uma humildade que vem exclusivamente do céu se torne sua redenção por meio da habitação de Cristo nele.
Law, Spirit, pp. 141-142.

quinta-feira, maio 21

A Descendência da Mulher

Citação, J. Vernon McGee


Percebo que esta história de psicologizar o cristianismo acabará por destruir absolutamente o ensino bíblico e as igrejas bíblicas.

J. Vernon McGee, em carta pessoal a Martin Bobgan,
datada de 18 de setembro de 1986.

quarta-feira, maio 20

O Evangelho do auto-engano

É com tristeza e grande pesar que afirmo que o evangelho mais consumido é o menos saudável.
Existe um evangelho que não visa promover o Reino de Deus muito menos a salvação da alma do pecador. Ele somente busca exaltar a si mesmo e resolver os problemas práticos desta vida temporal. Neste evangelho não há espaço para Deus e sua divindade, resta apenas um claro em aberto para ser ocupado pelo menino das entregas rápidas.
Tal evangelho é prejudicial a Igreja (Corpo de Cristo) e ao próprio Homem que dele se alimenta, pois transforma-o num ser humano frágil, incapaz trabalhar e de providenciar seu próprio sustento. Vive de mensagens calorosas e positivas!
Por diminuir o status de Deus a um simples garoto de entrega de pedidos, o qual deve atender no mais curto prazo de tempo, anula o temor e tremor, a reverência e a gratidão, o zelo e a correção.
Este evangelho, já há muito tempo perpetuado entre nós, cria cristãos nominais. Homens que buscam a benção e não o abençoador. Não anseiam e nem anelam em se aproximar do verdadeiro Deus. O que querem é identificar a linha divisória entre ser salvo e não sê-lo, para que estejam o mais próximo possível de suas vidas pré-“conversão”. Não almejam conhecê-lo, pois sabem que quanto mais conhecem mais indesculpáveis se tornam por não vivenciarem o evangelho autêntico.
Enquanto isso, o único e verdadeiro evangelho acumula poeira entre suas folhas, porque ninguém deseja ser corrigido e exposto como pecador, mesmo que seja pelo próprio Deus.
Ninguém anseia em seguir pelo caminho mais dificil, muito embora as escrituras afirmem, constantemente, que o caminho é estreito e envolve renúncia, negação, mortificação da carne e, por consequência, santificação.
Como temos dois produtos no mercado, o verdadeiro e o genérico. De uma forma bem simplificada, o primeiro envolve sofrimento, renúncia, perseguição, desgaste e as beneces serão dadas na eternidade. O segundo massageia o ego, é extremamente positivo, centrado nas necessidades consumistas humanas, dá todas as coisas em vida, mas as beneces da eternidade foram trocadas e inexistem, produto falso que acarretará numa perda eterna. Por que digo isso? Porque quem leu o evangelho e, realmente, o entendeu, sabe que quem se alimenta deste falso evangelho nunca chegou ao conhecimento da revelação de Cristo. Se não conhecê-lo, como se decidir por ele? Como aceitá-lo? Como ter intimidade com Ele, se o que nos é passado não tem relação alguma com Ele? É o cumprimento profético da expressão encontrada em 2ª Timóteo 2.13, indo de mal a pior enganando e sendo enganados... Quem abraça este evangelho de auto-ajuda, de prosperidade, de pensamento positivo está bem longe da verdade. Compraram um produto falsificado incapaz de produzir as bem-aventuranças futuras, enfim, “o barato que sai caro”;
Qual deles terá mais aceitação? O evangelho original ou o falsificado? Nem se preocupe em responder! Nossa geração já respondeu a questão com ações...

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Postado por Ricardo Inacio Dondoni

terça-feira, maio 19

Citação, Bernie Zilbergeld

Não há absolutamente qualquer evidência de que os terapeutas profissionais tenham qualquer conhecimento especial sobre como mudar conduta, ou que obtenham melhores resultados - com qualquer tipo de cliente ou problema - do que pessoas com pouco ou nenhum treinamento formal. Em outras palavras, a maioria das pessoas poderia receber de amigos, parentes, ou de outros o mesmo tipo de ajuda que recebe dos terapeutas.
Em segundo lugar, conforme vimos, as pessoas não mudam assim tão facilmente.
Bernie Zilbergeld (Psicólogo Clínico),
Discover, op. cit., p.74

segunda-feira, maio 18

Zacarias, o profeta mais cristocêntrico da Antiga Aliança

O que posso dizer de Zacarias? Era profeta e iniciou seu ministério profético 521 anos antes da vinda daquele a quem ele anunciava.
Retirando-o da sua linha histórica e genealógica, arrancando-o do espaço-tempo, Zacarias poderia ser considerado um verdadeiro cristão.
Ninguém escreveu mais acerca do messias, ungido, cristo, salvador e redentor do que Zacarias.
Toda a profecia bíblica só pode ser entendida diante de sua chave interpretativa. Sem ela, nenhuma profecia bíblica se revela.
De nada adiantará anos de leitura e aprofundamento, pesquisas e conjecturas, livros e compêndios. Sem a chave hermenêutica interpretativa o livro permanece fechado e selado até o tempo do fim.
Os judeus receberam a chave, mas preferiram não considerá-la e, descartando-a, renunciaram ao entendimento correto das passagens proféticas. Um erro que possui um peso esmagador diante dos fatos e acontecimentos passados e vindouros.
Diante de tais fatos, para os judeus (leia-se Israel), o livro de Zacarias é selado, vedado ao conhecimento e o menos entendido por eles. Ao renunciarem ao próprio Cristo, renunciaram a resposta das revelações de Daniel, de Zacarias, de Joel e de tantos outros que não falaram por vontade própria, mas pela vontade de Deus acerca daquele que viria para salvar, redimir e julgar o mundo.
Zacarias é o profeta mais cristocêntrico da Antiga Aliança. Ele fala da vinda do messias, da entrada em Jerusalém, de seu sofrimento, da cruz, de sua morte, da redenção, de ser o verdadeiro pastor, de seu sacerdócio, de sua humanidade, da sua divindade, de sua servidão, da construção do templo, da sua vinda em humildade, da promoção a paz, de sua rejeição, sua nova aceitação, da traição cometida por trinta moedas de prata, do último cerco de Jerusalém, da vitória inicial dos inimigos, da divisão do monte das oliveiras, da defesa de Jerusalém, do sítio a terra santa, da volta do Senhor, do juízo sobre as nações, das mudanças topográficas sob o território de Israel, da Glória do Senhor que enche o templo, as festas do reino milenar, da água viva que flui do altar, do perdão de pecados e a santificação final.
Em apenas 14 capítulos, Zacarias fala acerca de tudo o que Mateus, Marcos, Lucas e João testemunharam, prolongando sua vista aos acontecimentos vindouros esclarecidos a Paulo e João.
Certamente, não é um livro para deixar de ser lido, uma vez que nós temos a revelação de quem era aquele que os profetas anunciavam, Jesus Cristo. Esse conhecimento que nos foi revelado é que nos permite entender as profecias, nossa realidade atual, o futuro que nos aguarda, o que é aguardado pelo mundo e aquele que por fim virá.
O que posso dizer sobre Zacarias? Era cristocêntrico numa época em que ninguém sabia o que era ser isso.
Quanto aos nossos dias, pesa sobre nossa geração cristã, a ciência absoluta de que deveríamos ser conhecidos pela centralidade do evangelho em Cristo. No entanto, não somos conhecidos assim!
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Postado por Ricardo Inacio Dondoni

sábado, maio 16

Selado!


Sim! Ele voltará! Agradeço a Deus, pelos amigos que visitam este humilde recanto.
Um agradecimento especial ao Tharsis Kedsonni do Assem-Bereia de Deus e a Nani do Nani e a Teologia que também indicou o blog ao selo. O Selo foi idealizado pelo irmão Rubnacio da comunidade "Jesus Voltará, Eu Creio".

Regras para a postagem!

1. Os beneficiários devem escolher 6 blogs que consideram merecedores deste prêmio para a criatividade, design, material interessante, e para contribuir com a comunidade de blogs em qualquer língua.

2. Cada um dos 6 blogs selecionados devem incluir o nome do autor e um link para o seu site a ser visitado pelos leitores.

3. O beneficiário deve mostrar o prêmio e indicar o nome e o link para o blog que foi entregue.

4. Todos os beneficiários deste prêmio devem incluir um link para o site Jesus, Ele voltará. Eu creio, para informar os leitores sobre a origem deste prêmio.


Lá vai as indicações deste Blog:

Bereianos - Apologética Cristã - Ruy B. Marinho
Adonainews - Notícias do meu Senhor -
Não abro mão da graça - Márcia Gizella
Sunday Graphx - In memoriam de DonSilva (Vale a pena conferir)
Púlpito Cristão - Leonardo Gonçalves
My Reason is God - Andressa

sexta-feira, maio 15

quinta-feira, maio 14

Citação, Richars S. Taylor

Às vezes, em vez de apoio eloquente, as pessoas precisam ser ajudadas a enfrentar a realidade. Às vezes, o amor verdadeiro não oferecerá um adoçante para a vida, mas um tratamento de choque.
Ocasionalmente, ao invés de tentarmos fazer com que a pessoa pare de se auto-depreciar, precisamos concordar com ela; daí, fazer com que ela confesse sua falta de valor a Deus, e abandone o pecado que está na raiz de tais sentimentos.
Richard S. Taylor, "Misrepresenting God´s Love",
em Message of the Cross, março-abril de 1985,
p.25

quarta-feira, maio 13

A riqueza dos verbos originais

“de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu como as da terra;” Efésios 1.10

Anakefalaiomai /anakephalaiomai/ - Convergir nEle
A riqueza do texto original sempre me deixa de queixo caído! Separei este trecho para compartilhar com vocês!
Este verbo, o qual traduzimos para “convergir nele” era utilizado para expressar a reunificação de um exército, mas não de qualquer exército. Este exército reunificado tem por base o retrato devastador de um exército vencido, derrotado e humilhado que não possuía mais unidade em si. Um exército que se fez inútil e perdeu o combate. Uma tropa com um comandante vencido!
O verbo é usado numa situação militar explicitando que este exército outrora vencido, está sendo convocado, reorganizado e inspirado por um novo comandante, um novo cabeça que não só apresentou-se para coordenar este exército derrotado e espalhado sobre a face da terra, como também, unindo e reintegrando-os para levá-los a vitória, por ter plena capacidade em si para fazê-lo.
O que me chamou a atenção nisso tudo é que um único verbo no original indica um cenário no qual, apenas forma-se em nossas cabeças após a leitura completa da Bíblia. A queda de Adão, o líder que foi derrotado e que teve seu exército (descendentes) espalhado pela face da terra . Um exército incapaz de realizar um contra-ataque, inutil sob todos os pontos de vista, completamente derrotado pelo pecado.
É, exatamente, este exército que o texto reúne sob a liderança de um novo comandante capaz de levá-los a vitória. Jesus Cristo, o único sem pecado que venceu o pecado e a morte, capaz de conduzir a todos quanto o aceitarem e tornarem-se parte do seu corpo, vitoriosos contra o pecado e a morte... Enfim, é apenas um resumo da situação apresentada!
A riqueza do texto original me deixa perplexo! É realmente uma pena não termos fontes de consultas adequadas a um melhor aprofundamento!
A maioria destas fontes é tão cara que impossibilita até o mais sagaz e fiel pregador buscar aprofundamento.
Explicação baseada nos comentários de Russel Sheed
em seu livro "As Cartas da Prisão"
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Postado por Ricardo Inacio Dondoni

segunda-feira, maio 11

A Bíblia e a Soberania de Deus

É interessante constatar o surpreendente agir de Deus ao longo da história e como tudo corrobora par aumentar e solidificar nossa confiança na palavra empenhada por Ele, ou seja, tudo o quanto disse de gênesis a apocalipse.
Deus tem o controle de toda a história da humanidade! Esta é a afirmação base de todo o desenvolvimento do texto a seguir. Nem mesmo as tentativas de satanás alterar o decurso da história são empecilho ao estabelecimento de toda a Sua vontade e o cumprimento de tudo quanto afirmou fazer.
Em nossos dias, com o aumento da violência, criminalidade, terremotos, guerras e a falta de amor entre o homem e seu semelhante, surgem dois posicionamentos.
O daqueles que acusam Deus de não ser soberano, pois apesar de não querer tais coisas elas acabam por ocorrer, ou ainda, de não possuir amor pelo fato de permitir tais atrocidades. Neste meio ainda há aqueles que vêem nestas coisas o cumprimento profético de sua palavra quanto aos tempos que antecederiam sua volta.
O primeiro posicionamento, geralmente, é tomado pela emoção! E todos nós somos sentimentais em maior ou menor grau, e em determinadas situações mais do que em outras, como é o caso de quando perdemos um ente querido de uma maneira trágica.
O segundo posicionamento exige razão, mas também, exige fé, pois por meio das escrituras entendemos que todas estas coisas haveriam de ocorrer e que tudo foi escrito para que de algum modo entendêssemos em qual contexto estamos encaixados, como agir diante dele, o que esperar da parte de Deus e o que Ele espera de nós diante dos fatos que nos cercam. Tudo isso aponta para a sua soberania.
Lá nos tempos de Daniel, quando Nabucodonosor ergueu uma estátua de ouro que todos de todas as nações deveriam adorar, somente três homens na face da terra levantaram-se contra a imposição da adoração satânica, ou seja, um mundo rendido a adorar o falso deus.
Foram três homens contra o mundo, os principados e as potestades. Eram judeus, adoravam ao único Deus verdadeiro e por isso, não se ajoelharam perante o usurpador.
O objetivo satânico era de que toda a humanidade se rendesse a satanás, lhe dando toda a autoridade sob suas vidas e o cultuando como se fosse Deus, aliás, as escrituras atestam que este sempre foi o desejo do acusador de nossas almas, ser semelhante ao altíssimo.
Bem, a história é conhecida, estes foram jogados na fornalha e sobreviveram miraculosamente sem que o fogo causasse a eles qualquer dano. No fim, Nabucodonosor volta atrás e pronuncia novo edito, ao invés de obrigar que todos se curvassem e adorassem a estátua, afirma, veementemente, que não há deus que possa salvar como o Deus destes três homens e que se alguém pronunciasse uma palavra contra este Deus seria severamente repreendido.
Não foram somente três homens contra o mundo! Foram quatro! O próprio Deus com eles.
Estamos chegando perto, muito perto, do tempo do fim, quando as escrituras afirmam que o mundo se renderá, completamente, por um curto período de tempo a satanás.
Nesta época, segundo a linha de raciocínio pré-milenarista, a igreja não estará presente, mas isso por si só não justificaria a adoção instantânea da vontade do anti-Cristo. Todo um mecanismo anticristão deve alterar, lentamente, o pensamento das pessoas a fim de que surja uma nova consciência global adequada ao pensamento do anti-Cristo.
Enfim, se manifestará o príncipe deste mundo exigindo adoração, e apesar de ter vindo em seu próprio nome, o receberão e o adorarão, até Israel o adorará (aproximadamente 2/3 de Israel).
Esta mudança de consciência global já está sendo implantada em nossos dias. Qual será a porção da igreja que, até o fim, até o arrebatamento, fará a diferença? Com certeza será uma pequena porção, assim como nos tempos de Daniel, quando apenas três se levantaram. É bom começarmos a fazer uma faxina em nossas vidas para que sejamos encontrados entre aqueles que farão a diferença nos momentos mais cruciais da humanidade!
Nos dias de Daniel, três homens se levantaram contra tudo e todos por amor e fidelidade a Deus e as escrituras.
No período da grande tribulação, 1/3 de Israel manter-se-á fiel ao verdadeiro Deus.
E quanto a nós, qual é a diferença que estamos fazendo no mundo, na sociedade, no nosso bairro, no trabalho, na igreja e no lar? Os dias estão sendo abreviados diante do quadro que começa a ser pintado no horizonte. Nos conformaremos a este presente século ou seremos a diferença antes que venha a plenitude da grande apostasia e o arrebatamento?
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Postado por Ricardo Inacio Dondoni

Citação, C.S.Lewis

Não tente diluir o cristianismo. Não pode haver essa pretensão de ter o cristianismo sem seu elemento sobrenatural.
Até onde eu possa ver, o cristianismo é a única religião da qual o elemento milagroso não pode ser separado.
C.S.Lewis, God in the Dock (Eerdmans, 1970) p.99.

quinta-feira, maio 7

A Igreja, Israel e o Arrebatamento

“Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor e também para Judá, durante o sítio contra Jerusalém”. (Zc 12.2)

Não existe outra cidade no mundo, que possa ser o que as escrituras atestam a respeito de Jerusalém. Ela é a cidade do grande Rei! A cidade cobiçada por principados e potestades, quer seja no âmbito terreno, quer seja no plano espiritual, Jerusalém a cada dia demonstra mais e mais tornar-se uma réplica exata do que as escrituras afirmam que ela tornar-se-ia, um cálice de tontear perante todas as nações.
Tudo faz parte do cumprimento profético relacionado as coisas que acontecerão nos últimos dias.
Em nenhum momento da história humana, as revelações bíblicas acerca dos últimos dias estiveram tão, alegadamente, palpáveis quanto em nossos dias.
Aparentemente, o relógio profético voltou a acelerar o compasso desde o retorno dos judeus a Israel em 1948 e em Jerusalém em 1967. Inicialmente, vindos do reino do Norte (Rússia) e em seguida de todos os quatro cantos da terra, exatamente, como afirmam Zacarias e Jeremias.
É óbvio que para o início do período tribulacional, o cenário deve estar formado! Para os pré-tribulacionistas assim como eu, isto significa que muito embora não saibamos o dia e a hora do arrebatamento, a bendita esperança da Igreja está mais próxima agora do que quando nós abraçamos a fé.
O zelo de Deus pelo empenho de sua própria palavra e, consequentemente, pelo cumprimento profético, permitiu e manteve a Igreja ativa até os nossos dias.
É interessante notarmos como o retorno de Israel ao palco de operações se integra as últimas palavras de Paulo a Timóteo. Quando ele diz que “...o atleta não é coroado se não lutar segundo as normas”.
Justo quando, a corrida está prestes a terminar, é que o corpo decide esmorecer, as pernas bambear, a vontade ceder, ..., justo quando deveríamos estar mais alertas é que nossas faculdades mentais vacilam. Assim é a proximidade do fim da corrida, mas o bom atleta dá tudo de si, seja lá o que for que nele, ainda, exista.
A aceleração do relógio profético aludindo o retorno de Israel ao centro do palco profético começa a juntar as peças necessárias e montar o teatro de operações para o início daquilo que a Bíblia descreve como o período da “Angústia de Jacó”.
Passo a passo a Igreja e Israel trocarão de lugar no teatro de operações, ocorrerá a passagem de bastões durante esta corrida. Enquanto Israel assume sua posição perante as nações, a Igreja caminha velozmente para a conclusão da corrida, para a bendita esperança descrita em Tito, o arrebatamento!
Neste interim, é uma pena que ao final da corrida os atletas já não estejam tão desejosos de lutar segundo as normas para alcançar o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Deveríamos estar mais alertas com relação às palavras da profecia deste livro entendendo exatamente onde estamos inseridos no contexto profético, desejosos por cruzarmos a linha de chegada e, extremamente, angustiados pelas almas que se perdem...
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Selado!

Grandes Pensadores da Blogosfera

Taí um selo de peso. Faço das palavras da Nani as minhas, "ganhar um selo com este tema é um grande apoio ao trabalho realizado aqui no blog".
Fico imensamente feliz de ter recebido este Selo da NANI, a qual contribui em muito com nossa blogosfera cristã. Posteriormente, também, fui citado pela Cristina Alves do Cris entra na sala, a qual estou começando a me inteirar de seu blog agora.

As regras deste elogioso selo são as seguintes:
  1. Escolher, até outros 5 blogs que condigam com a idéia desta premiação;
  2. Entrar em contato com os blogs premiados;
  3. Montar uma postagem explicativa, nos moldes desta;
  4. Ter o link do blog que o indicou;
  5. Manter o link do selo direcionando para o este post;
  6. Apresentar os blogs homenageados.
Taí um selo de PENSADOR para PENSADORES! Não resisti ao trocadilho, rs! Inúmeros já foram citados, mas ainda me resta muita gente boa! Dificil vai ficar para aqueles que receberem o selo a partir de agora, mas como pensadores que são creio que terão êxito...


  1. Ruy B. Marinho, do Bereianos;
  2. Agnaldo Gomes, do Desperta Igreja;
  3. Valmir Nascimento, do E agora, como viveremos?
  4. José Carlos Batista, do Leão de Judá
  5. Natenine, do Natenine Black Book

quarta-feira, maio 6

Citação, William Law

Tendo uma vez sido comprado pelo sangue de Cristo, "pensar que você ainda é seu, que está à sua própria disposição, é tão absurdo quanto pensar que você criou a si mesmo... Sempre que alguém se permite ter ansiedades, temores ou queixas, precisa considerar sua conduta quer como uma negação da sabedoria de Deus, quer como uma confissão de que está fora da Sua vontade".
Law, Spirit, pp. 20-21.

terça-feira, maio 5

Citação, A.W.Tozer

É neste assunto de como lidar com a natureza humana orgulhosa, perversa e pecaminosa que descobrimos duas posições dentro da estrutura do cristianismo.
Uma posição é a que depende fortemente da prática da psicologia e da psiquiatria. Há supostos líderes cristãos que insistem que Jesus veio ao mundo para fazer um ajuste em nossos egos... Assim, há milhares de casos transferidos à medida que os clérigos remetem nossos problemas da Igreja para o divã do psiquiatra.
Por outro lado, graças a Deus, a Bíblia claramente diz que Jesus veio para por um fim ao ego - não para educá-lo, tolerá-lo ou dar-lhe um polimento!...
Em verdadeiro arrependimento e auto-repúdio, podemos voltar as costas à nossa velha vida do ego... Temos o direito e o poder... de passar para a vitória e a benção espiritual... andando alegremente sob a bandeira da cruz de Jesus Cristo a partir daquela hora.
A.W.Tozer, Who Put Jesus on the Cross?
(Christian Publications, 1975), pp.124-125.

segunda-feira, maio 4

Quanto tempo nos resta?

Esta pergunta cala-se dentro de todos os corações humanos. Sejam salvos ou não salvos, se é que alguém dentre nós sabe, realmente, distinguir quem pertence a qual grupo!
Se estivéssemos preocupados com o que deveríamos, realmente, nos preocupar, faríamos verificações constantes entre o que está escrito no Capítulo dois de Atos, que descreve como eram os cristãos primitivos, com o que Paulo escreve a Timóteo, acerca dos homens dos últimos dias para termos uma pequenina idéia de onde nos encontramos entre o contexto do nascimento da Igreja e seu arrebatamento, permitindo-nos um posicionamento adequado diante da linha histórica da Igreja.
Uma análise pormenorizada sobre tais fatos deixariam alguns de nós aterrorizados, pois além de nos situar no contexto histórico dos acontecimentos, levando em consideração a brevidade das coisas anunciadas e não executadas, seríamos remetidos a questionar se a nossa profissão de fé foi autêntica ou apenas um balbuciar de lábios sem intenção verdadeira de viver ou praticar a vida cristã.
Aos olhos e ouvidos mais aguçados, as escrituras soam como um alarme de perigo iminente diante de alguns e de júbilo perante outros, tendo em vista a ausência de sinais que antecedem o arrebatamento.
Não é questão de tornar-se um evangelista terrorista, mas de pregar a autenticidade das escrituras e permitir que cada um possa refletir e buscar no Espírito Santo a referida resposta, uma vez que Ele é aquele que fala ao nosso espírito se, realmente, temos parte com Cristo.
Não! Realmente, não sabemos quanto tempo nos falta e nem ansiamos saber.
Deixamos de buscar a retidão quando decidimos não praticar o hábito de leitura devocional, estudo da palavra e a leitura constante das escrituras.
Por fim, alimentamos nossa fé em Cristo com resquícios daquilo que foi dito, dominicalmente, tornando-nos verdadeiros anorexos da fé até que o corpo seja incapaz de aceitar até mesmo aquela pequenina porção que era degustada, dominicalmente, fazendo morrer aquele que vive.
O estágio último desta inanição prolongada e completa nos torna duros de coração e incapazes de responder ao chamado de arrependimento, constantemente, pronunciado a totalidade das Igrejas (ver as cartas do Apocalipse Cap 1, 2 e 3).
Diante do quadro exposto, restam duas perguntas: Para aqueles que estão anorexos quanto a fé, ainda há possibilidade de reversão deste quadro a fim de salvar a própria alma? E, ainda, quanto tempo nos resta até que o último homem seja incluído no corpo de Cristo?
Bem, segundo as escrituras, o arrebatamento paira sobre nossas cabeças na iminência de ocorrer, tal como a chuva que ainda não caiu, mas que já se pode sentir seu cheiro enquanto se intensifica os raios e os trovões...
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Postado por Ricardo Inacio Dondoni

sábado, maio 2

Aproveitando o Feriado...

Somente hoje tive tempo para deixar algumas explicações!
Como alguns devem ter notado o vídeo de Sexta-feira foi antecipado para Quinta e a mensagem de quinta-feira evaporou, rs, ...

Motivo: Estou aproveitando o feriadão no Rio de Janeiro.

Volto as postagens normalmente na Segunda-feira...

Um abraço a todos...
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