terça-feira, junho 30

Citação, Jimmy Swaggart em 1906


Os que colocam a "unidade" à frente da verdade e deixam de repreender os falsos valores de hoje e a superficialidade entre os crentes fariam bem levando a sério a profecia pronunciada durante o famoso reavivamento da Rua Azusa em Los Angeles em 1906:
"Nos últimos dias, três coisas acontecerão no Grande Movimento Pentecostal: (1) haverá uma ênfase exagerada em poder, em vez de justiça; (2) haverá uma ênfase exagerada em louvor a um Deus a quem não se ora; (3) haverá uma ênfase exagerada nos dons do Espírito, em vez do senhorio de Cristo"
Jimmy Swaggart, The Pentecostal Way, em The Evangelist, dezembro de 1986, p.6.

segunda-feira, junho 29

O Elemento Ausente das Religiões ao Redor do Mundo


Um único ponto em toda a Bíblia é suficiente para diferenciá-la de todos os escritos religiosos existentes ao redor do mundo.
Ela não pode ser comparada a nada que possa existir no Corão, nos Vedas hindus, no Bhagavad-Gita, no Livro de Mórmon, nos ditos de Buda, nas escrituras de Mary Baker Eddy. Simplesmente, não há nada em nenhum destes acervos religiosos da cultura mundial comparada ao que encontramos na Bíblia, a profecia.
A profecia diferencia e torna a Bíblia única no gênero. É o próprio Deus quem diz:
“Quem há, como eu, feito predições desde que estabeleci o mais antigo povo? Que o declare e o exponha perante mim! Que esse anuncie as coisas futuras, as coisas que hão de vir! Não vos assombreis, nem temais; acaso, desde aquele tempo não vo-lo fiz ouvir, não vo-lo anunciei? Vós sois as minhas testemunhas. Há outro Deus além de mim? Não, não há outra Rocha que eu conheça.” (Is 44.7-8)
Ele é aquele que se identifica como o único capaz de predizer precisamente o futuro. De certo modo, Deus deixa sua assinatura indelével no tempo e no espaço dando-nos a irrefutável prova de sua existência, o cumprimento da profecia bíblica! Ele é único, além dEle não há outro capaz de fazer cumprir.
Dessa forma, o trabalho de identificá-lo como o único Deus verdadeiro torna-se simplesmente fácil, pois as escrituras sagradas dão provas incontestáveis de que
“...a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, [...] homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” (2ª Pe 1.21)
Dentro de todos os tópicos, os quais podem ser analisados para identificar quem é Deus através das profecias bíblicas, dois deles ressaltam-se dos demais. O primeiro, Israel, o segundo, seu Messias.
Há material suficiente ao longo de toda a Bíblia apontando para Israel! Entre estes, podemos analisar sua história antiga e os fatos já cumpridos, bem como, os fatos recém cumpridos em nossos dias, como o retorno de Israel a sua própria terra após, quase, 2000 mil anos, em conformidade com o descrito no versículo 8 do capítulo 66 de Isaías,
“Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisa semelhante? Pode, acaso, nascer uma terra num só dia? Ou nasce uma nação de uma só vez? Pois Sião, antes que lhe viessem as dores, deu à luz seus filhos.”
Não há na face da terra outro povo que possa ser encaixado nesta predição! Somente Israel se encaixa e isto foi narrado pelo profeta Isaías mais de 2500 anos antes de ocorrer.
Em 2500 anos nenhum povo conseguiu cumprir este trecho das escrituras, somente Israel se encaixou nele e por ação da ONU e não de algum grupo ultra-religioso que procurasse adequar as escrituras ao seu cumprimento, para que todas as coisas tornassem a Bíblia verdadeira.
“Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade... Eu o disse, eu também o cumprirei; tomei este propósito, também o executarei. Ouvi-me vós, os que sois de obstinado coração, que estais longe da justiça. Faço chegar a minha justiça, e não está longe; a minha salvação não tardará; mas estabelecerei em Sião o livramento e em Israel, a minha glória”. (Is 46.9-13)
Creative Commons License
Este texto está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
Postado por Ricardo Inacio Dondoni

sexta-feira, junho 26

quinta-feira, junho 25

Citação, James Bjornstad



Em certa época, a maioria dos crentes cria que para ter um relacionamento íntimo com Deus, uma pessoa deveria magnificar a Deus, negar-se a si mesma bem como os prazeres do mundo, arrepender-se e confessar seus pecados, e viver uma vida santa e separada do mal. Seus heróis eram missionários que haviam deixado tudo para servir a Deus, e os mártires que haviam sofrido pela fé.
Hoje a história está ficando diferente. Muitos crentes acreditam que para ter um relacionamento íntimo com Deus, o indivíduo tem que perceber sua importância como Deus planejou, correr atrás de seus sonhos e aspirações, tornar-se rico e bem-sucedido. Seus heróis são as celebridades e os que venceram às próprias custas e que, por acaso, são crentes.
Por trás desse novo evangelho se acha uma variedade de conhecidos professores, pregadores e evangelistas que proclamam uma variedade de meios de chegar à prosperidade e ao sucesso. Se examinarmos, porém, seus modelos teológicos e suas ênfases, descobriremos um elemento comum - eles simplesmente não são bíblicos.

James Bjornstad, "What's Behind The Prosperity Gospel?"
em Moody Monthly, novembro de 1986, pp. 19-20.

quarta-feira, junho 24

Quanto tempo nos resta?



Não estamos preocupados com isso, mas deveríamos, pois Ele afirmou: “...certamente, venho sem demora...”! (Ap 22.20)
Nossa geração anda despercebida, como que afadigados pelo trabalho. Como soldados no exercício constante de construir trincheiras sem levantar a cabeça para identificar se o cenário ao redor está sendo alterado.
Assim anda a maioria dos cristãos! Enterrados até a cabeça em problemas pessoais, acontecimentos locais, crises ministeriais e emocionais sem notar que tal atitude o encerra num micro universo incapaz de vislumbrar a formação de um cenário geopolítico e social necessário a formação do governo mundial antiCristão.
Exatamente, como num jogo de quebra-cabeça, a aproximação de algumas peças acaba por auxiliar na identificação de suas similaridades e possíveis pontos de encaixe, permitindo que o observador atento conjecture algumas ligações necessárias para que todo o mosaico seja, devidamente, concluído.
Dessa forma, para os homens que estão, constantemente, atentos aos acontecimentos do cenário mundial, as alianças que ora se firmam indicam claramente pontos de apoio necessário a edificação de um governo mundial, aparentemente, coeso capaz de sustentar o antiCristo.
Por que isso é importante? Ora, sendo o arrebatamento um fator sem aviso prévio e anterior ao estabelecimento do governo antiCristão, o fato de ser possível identificar a semelhança de umas peças do mosaico, a ponto de conjecturar os encaixes das ligações geopolíticas e sociais, aponta para a brevidade do estabelecimento do reino antiCristão e consequentemente a iminência de um arrebatamento.
A identificação da iminência do arrebatamento torna o corpo de Cristo predisposto a buscar uma vida em santidade, ..., não por um receio de perder a salvação, mas movidos de um intenso anseio de pregar, eficientemente, com palavras, gestos, atitudes e modo de vida enquanto há tempo.
A consciência da realidade mundial aliada ao estudo das escrituras transforma nossa pequenez, miséria e egoísmo no intento altruístico evangelista mais eficiente sobre a face da Terra, aquele motivado por um coração sincero e desejoso de salvar a maior quantidade de almas possíveis diante da brevidade do arrebatamento.
Creative Commons License
Este texto está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
Postado por Ricardo Inacio Dondoni

terça-feira, junho 23

Citação, John MacArthur


Deus não pode ser reduzido nem a uma imagem física nem a uma abstração teológica. Ele é um espírito pessoal e deve ser adorado na plenitude da infinidade de Seu ser eterno... adoração, por mais bela, coerente ou bem-intencionada que seja, é inaceitável se for dirigida a um falso deus.
MacArthur, Ultimate, p.40

segunda-feira, junho 22

A importância de Israel para a Igreja!


“Naquele dia, farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra”. (Zc 12.3)

Há muito tempo, a Igreja negligencia a importância de Israel para o próprio Cristianismo. Desde que a Igreja promulgou a teologia da substituição, alegando que a negação da nação judaica acerca de Jesus ser o messias esperado por Israel encerrou as bênçãos de Deus sobre Israel, instalou-se o erro em nosso meio.
Israel e a Igreja são dois povos diferentes! O primeiro deles posto em ciúmes por causa do segundo. O segundo, reunido por causa da rebeldia do primeiro.
É claro que a interação entre os dois povos não termina por aí. Só existem duas vindas do messias graça a ignorância de Israel em reconhecê-lo.
Sendo assim, sua primeira vinda foi marcada pela atitude do servo sofredor, da ovelha muda, do cordeiro de Deus. Sua segunda vinda será em poder e glória, exercendo justiça com pulso firme, típico do leão da tribo de Judá. Os judeus só compreenderam a segunda vinda do messias e por isso não reconheceram o servo sofredor.
A Parábola do bom samaritano é de fundamental interpretação! O Bom samaritano é Cristo, negligenciado pelo seu próprio povo; o homem jogado no meio do caminho é uma representação clara de estado de Israel e o estalajadeiro é uma clara representação da Igreja, cuidando de Israel e de todos os demais até que Ele volte.
A existência de Israel é importantíssima para o Cristianismo, mas não estamos preocupados com o destino daquelas pessoas que negaram o próprio Cristo, muito embora, a escritura seja clara que a posição que tomamos com relação a Israel define se estaremos em benção ou maldição,
“Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar...”. (Gn 12.3)
Em nossos dias, a posição mundial é clara! Israel está abandonado ao largo no meio do caminho, o EUA retirou sua mão protetora sobre Israel. As notícias sobre aquele pequenino país aumentam, gradativamente, dia após dia, conforme as próprias escrituras afirmaram de antemão que seria.
A Igreja deve olhar para Israel, pois ele é o ponteiro de Deus no relacionamento humano.
Se Israel deixar de existir, Deus torna-se mentiroso!
“Assim diz o SENHOR: Se puderdes invalidar a minha aliança com o dia e a minha aliança com a noite, de tal modo que não haja nem dia nem noite a seu tempo, poder-se-á também invalidar a minha aliança com Davi, meu servo, para que não tenha filho que reine no seu trono; como também com os levitas sacerdotes, meus ministros”. (Jr 33.20-21)
As profecias bíblicas são claras! O Messias retorna da mesma forma que subiu, pisará novamente no monte das oliveiras, terra de Israel. Governará o mundo a partir de Israel e se assentará no Trono de Davi. Dessa forma, fica claro que a nação de Israel deve existir!
Sabemos que nos últimos dias, ocorrerá um grande cerco contra Israel no intuito de destruí-lo, aniquilá-lo e torná-lo estéril, contudo, no último momento Cristo, retorna para salvar seu povo de forma sobrenatural. Pois bem, tais relatos referem-se ao final do período da tribulação!
“Importa que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; vem a noite, quando ninguém pode trabalhar.” (Jo 9.4)
A Igreja está se aproximando no final da corrida de revezamento, passando o bastão para Israel para que se inicie a última semana de Daniel, o período conhecido como tribulação, do qual não participamos, pois é referente ao tratamento de Deus com Israel e as nações. Não participamos dele! O arrebatamento ocorrerá antes que a última semana profetizada por Daniel ocorra.
Ora, se estamos às portas do arrebatamento, semelhantemente, a um corredor que pela proximidade da linha de chegada esforça-se em dar de si, o que quer que ainda exista, de forçar nervos, músculos e coração num “sprint”* final para alcançar a linha de chegada, deveríamos estar agindo de forma semelhante a Cristo, tornando-se padrão de conduta; esforçando-se em favor do próximo, esmerando-se em ser a imagem dEle, reunido em prol de um único objetivo porque aquele dia se aproxima. Que possamos fazer conforme as escrituras aludem:
“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.” (Hb 10.25)
* Aceleração de um corredor ao aproximar-se do ponto de chegada
Creative Commons License
Este texto está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
Postado por Ricardo Inacio Dondoni

300 Postagens

domingo, junho 21

Selado!


selo Blog é para a vida toda 100% ibope

Recebi este selo da NANI, do NANI E A TEOLOGIA. Valeu!!!

Regras do Selo:

1. Os beneficiários devem escolher 6 blogs que consideram merecedores deste prêmio para a criatividade, design, material interessante,e para contribuir com a comunidade de blogs em qualquer língua.
2. Cada um dos 6 blogs selecionados devem incluir o nome do autor e um link para o seu site a ser visitado pelos leitores.
3. O beneficiário deve mostrar o prêmio e indicar o nome e o link para o blog que foi entregue.

Pois bem, alguns dos grandes amigos blogueiros de peso

1. Agnaldo, do Desperta Igreja
2. Teófilo, do Este Mundo Jaz no Maligno
3. Clóvis, do Cinco Solas
4. Tharsis, do Assem-Bereia de Deus
5. Danilo, do Genizah
6. Paulo, do A Bíblia e um Jovem do Século XXI

P.S.: Gostaria de ter indicado mais uma penca de amigos que não deixam nada a desejar em seus blogs, mas por imposição de quantidade nomeio somente estes. Para uma próxima vez, honrarei os demais...

sexta-feira, junho 19

Um abraço a todos...

Desculpem-me pelo afastamento temporário, mas estava precisando de um tempinho para colocar a casa em ordem! Muita coisa para fazer e se não houver um tempo para pararmos numa mera reflexão nos perdemos em nossas próprias fadigas... Aliado a isso, pretendo estar publicando em outubro um livro sobre autosuficiência e tudo isso está me demandando tempo, mas prometo segunda-feira regularizar as postagens...

segunda-feira, junho 8

Citação, A. W. Tozer


Entre os santos de plástico de nossos dias, Cristo tem que sofrer toda a morte, e tudo que queremos é ouvir mais um sermão sobre Sua morte...
Para nós, nada de cruz, nada de destronamento, nada de morte. Permanecemos reis no pequeno reino da Alma Humana e usamos nossa coroa de latão com todo o orgulho de um César; ao fazer isso, porém, decretamos para nós mesmos um destino de sombras, fraqueza e esterilidade espiritual.
Tozer, Gems, p.42,
citado de The Root of the Righteous

quinta-feira, junho 4

NOVO DOMÍNIO!


Agora vocês podem acessar o blog pelo endereço antigo http://opensador2.blogspot.com/ ou acessá-lo pelo novo endereço http://www.opensador.info/

Um abraço a todos

Citação, Joseph Alleine


Como era diferente dos nossos dias a abordagem usada por Joseph Alleine!
Não vou colocar em meu anzol a isca retórica, pois não estou pescando o seu aplauso, mas as suas almas. Meu trabalho não é agradar-lhes, mas salvá-los...
Se fosse agradar seus ouvidos, eu lhes cantaria outra canção... Mas quão melhores são as feridas de um amigo que as doces palavras da meretriz...
Eu sei que se não formos bem-sucedidos com vocês, vocês estarão perdidos; se não conseguirmos obter sua concordância em se erguerem e partirem, vocês perecerão para sempre. Sem conversão não há salvação!
Joseph Allaine, An Alarm To The Unconverted
(London: Banner of Truth, 1964; reimpressão da edição de 1671),
pp. 16-17.

quarta-feira, junho 3

Zacarias, uma pedra no sapato da Igreja!


“Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor e também para Judá, durante o sítio contra Jerusalém”. (Zc 12.2)

Para quem se preocupa com a palavra profética, sabe que este texto está inserido no contexto dos últimos dias, as portas do retorno de Cristo.
Bem, a Igreja aguarda o encontro com Cristo nos ares, conforme afirma 1ª Ts 4.17, o que com certeza configura a bendita esperança descrita em Tt 2.13.
Eu, assim como eles, também aguardo pelo arrebatamento, que ocorrerá antes da tribulação, segundo a linha interpretativa pré-tribulacionista!
Contudo, o profeta Zacarias me rouba noites de sono! O tom quase audível dos alertas contidos ali quase me ensurdece os ouvidos, em virtude da clara exposição acerca da brevidade dos últimos dias!
A Leitura de Zacarias, no tocantes as profecias relacionadas a Israel e o seu cumprimento literal, associadas ao contexto geopolítico estratégico mundial, alertam que está tudo muito próximo do fim, não tão próximo que já se possa ver claramente, não tão longe que não possamos fazer nenhuma conjectura, ..., enxergamos como que através de uma penumbra fatos que, ocorrendo, contribuirão para a manifestação do cenário apocalíptico. Por exemplo, no mês de maio, Israel celebrou a pedra angular, que sustentará o novo templo a ser construído. Aliado a isto, o EUA parece estar retirando seu manto protetor de Israel, deixando conforme as escrituras aludem, excluído do cenário mundial, desacreditado, suas terras novamente repartidas, perseguido e, por fim, sitiado, tendo todas as nações contra Israel numa tentativa frustrada de fazê-los sumir do mapa.
Todos nós sabemos que o arrebatamento é sem aviso prévio e antecede os eventos tribulacionais! Ora, se já nos é possível verificar a formação de um cenário que deve estar montado e pronto na época do início do governo anticristão, quanto tempo nos resta antes de sermos arrebatados? Ninguém sabe, mas eu fico com meu posicionamento! Temos pouco tempo! O que de forma alguma é motivo de tristeza e pesar.
Contudo a brevidade do tempo reflete em nossa consciência no fato de ainda termos feito muito pouco pela causa de Cristo. A quantos pregamos? A quem anunciamos as boas novas? O que fazer com o pouco tempo que nos resta? Alessandra Barragana (1994-2008), sabia o que fazer e em pouco tempo demonstrou que se pode fazer muita coisa!
Se soubéssemos que temos pouco tempo! O que pregaríamos? Quão certos, firmes, sinceros, honestos e precisos seríamos nas afirmações acerca de Cristo, seu amor, do pecado, da condenação, da salvação, entre outros pontos igualmente importantes? Qual seria o foco de nossa pregação? Preparar o homem para viver como Cristão aqui ou como tornar-se um cidadão do Reino de Deus? Sei que não deveria haver dupla interpretação neste questionamento, mas há! Qual, verdadeiramente, seria a importância da maioria das pregações temporais e humanistas pregadas diante da iminência de um arrebatamento?
Não estamos vivendo como se tudo pudesse acabar amanhã! Não estamos pregando como se esta fosse a nossa última mensagem! Não estamos aproveitando cada fração de segundo de nossas vidas!
É verdade que não dá para abraçar o mundo nem os céus com as mãos. Contudo, se nos esmerarmos para dar o melhor em cada uma das coisas que fazemos rotineiramente, já estaremos fazendo e sendo a diferença, porque tudo o que fizermos, realmente será para exaltação dEle e não nossa. As mensagens serão profundas e imensamente inspiradas! Se você tivesse somente mais um dia antes do arrebatamento, qual seria a mensagem de evangelização, amor e arrependimento que pregaria aos seus ouvintes? E a quantos pregaria? Estaria sentado no banco completamente acomodado, ou estaria se empenhando em prol da causa cristã?
Se nossos corações forem tomados pelo temor, amor e anseio pela iminência do retorno de Cristo, estaremos mais envolvidos em proclamar o Reino de Deus, como nunca ousamos estar.
Estaríamos buscando conhecer o Senhor dia-a-dia;
Estaríamos servindo em sua casa e fora dela;
Entenderíamos que não há estagnação do crescimento espiritual dentro do Cristianismo. Ou crescemos, constantemente, ao buscá-lo, ou voltamos a estaca zero pelo comodismo espiritual, pelo amor próprio e ausência de anseio de buscar a santificação.
A Igreja está deixando seu amor por Cristo esfriar as portas do arrebatamento! Façamos como a Carta aos Hebreus nos orienta: ‘
Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima’’(Hb 10.25). Pense nisso!

Creative Commons License
Este texto está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
Postado por Ricardo Inacio Dondoni

terça-feira, junho 2

Citação, Samuel Rutherford


Mas ai! aquele ídolo, aquela criatura prostituída que é o ego se constitui no ídolo maior perante o qual todos nos curvamos. O que apressou Eva em direção ao fruto proibido, senão seu miserável ego? O que levou o irmão-assassino a matar Abel? Seu ego indomado...
Todo homem culpa o diabo por seus pecados; mas o grande demônio, o demônio interior de cada homem, o demônio interior que come e que jaz no peito de cada homem, é o ídolo que a todos mata, o ego.
Ah, como são abençoados os que podem negar-se a si mesmos, e colocar Cristo em lugar de seus egos! Que doces palavras: "E agora vivo não eu, mas Cristo vive em mim!"
The Letters of Samuel Rutherford
(Moody Press, 1951), p. 277.

segunda-feira, junho 1

Sim! Nós somos assim também! E que o Senhor mude nossa natureza


‘‘Ouvi a palavra do SENHOR, vós, filhos de Israel, porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus. O que só prevalece é perjurar, mentir, matar, furtar e adulterar, e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios. Por isso, a terra está de luto, e todo o que mora nela desfalece, com os animais do campo e com as aves do céu; e até os peixes do mar perecem. Todavia, ninguém contenda, ninguém repreenda; porque o teu povo é como os sacerdotes aos quais acusa. Por isso, tropeçarás de dia, e o profeta contigo tropeçará de noite; e destruirei a tua mãe. O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento...’’. (Os 4.1-6a)

É certo que não somos Israel, muito menos Israel de Deus! E se somos Igreja de Deus tais palavras NÃO DEVERIAM falar conosco, mas para pesar e tristeza, ELAS FALAM.
Israel foi severamente chamado à atenção por buscar aprimorar-se no conhecimento estabelecido e divulgado pelos habitantes da terra, os quais, segundo a palavra de Deus, não faziam nada que prestasse.
Seus corações estavam tomados por um egocentrismo tão elevado que mais bendiziam, honravam e auto elogiavam-se do que se submetiam ao conselho divino.
JÁ NÃO BUSCAVAM o conselho de Deus. Eram infrutíferos, sepulcros caiados, homens cheios de si, que negligenciavam a própria palavra que juraram defender!
Não havia nele TEMOR nem AMOR por Deus, apenas um breve e suave amor por suas próprias vidas e estilos que os conduziam a suprir a si mesmos da melhor forma possível.
Em amor a si mesmo, negligenciaram a Deus e sua palavra, tornando-se réprobos diante de Deus. Acusadores, maldizentes, inimigos do ensino, perturbadores da ordem.
Tais homens conduziam Israel a perdição.
É claro que nenhuma das palavras usadas para descrever a cena encontrada por Oséias consegue ao menos esboçar a profundidade da queda de Israel, mas refletem um mero esboço do quadro encontrado.
O grande problema é que a Igreja, quer seja, direta ou indiretamente, anseia ser Israel, inclusive em suas falhas!
NÓS trocamos o conhecimento a respeito de Deus por horas a mais de sono, seja acordando mais tarde ou dormindo mais cedo! Nós trocamos!
NÓS trocamos a reflexão bíblica por lazer. Sim, Nós, EU e VOCÊ, trocamos, exatamente como Israel!
Nós ansiamos trocar o crescimento e a maturidade espiritual alcançadas em meio as provações e dificuldades por suaves tapinhas nas costas. Sim! NÓS também fazemos isso!
Nós não zelamos em sermos pontuais na casa de Deus, chegamos em sua casa quando bem entendemos que é o caso chegar. Aliás, ninguém tem nada a ver com isso mesmo!
Nós não queremos nos comprometer em trabalhar na casa de Deus, apenas ansiamos em usufruir dela. Sim! Nós também somos assim!
Seria importante revermos nossos conceitos em prol de nós mesmos e do próprio evangelho, a fim de que as palavras de Deus cumpridas a Israel,
"Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos" (Os 4.6b), não venham a se cumprir, por tabela, à Igreja.

Este texto está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
Postado por Ricardo Inacio Dondoni
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...