segunda-feira, abril 19

Citação, John MacArthur


Em cada geração, no decorrer da história da igreja, mártires incontáveis preferiram morrer a negar a verdade. [...] Os cristãos contemporâneos estão determinados a fazer com que o mundo goste deles - e é claro, neste processo, também querem se divertir o quanto puderem.
Eles estão tão obcecados em fazer que a igreja pareça "legal" para os incrédulos, que não podem se incomodar com assuntos referentes à exatidão doutrinária de outrem.

John MacArthur, A Guerra pela Verdade, pp.14-15.

segunda-feira, abril 12

Citação, John MacArthur


A idéia de que a mensagem cristã deve ser mantida adaptável e ambígua parece especialmente atraente aos jovens que vivem em harmonia com a cultura e amam o espírito desta época e não podem suportar que a verdade bíblica autoritária seja aplicada com precisão como um corretivo para estilos de vida mundanos, mentes profanas e comportamento ímpio. E o veneno desta perspectiva está sendo injetado, cada vez mais, na igreja evangélica.

John MacArhtur, A Guerra pela Verdade, p.11.

quarta-feira, abril 7

Judas 12-13 (3ª Parte)





  “Estes homens são como rochas submersas, em vossas festas de fraternidade, banqueteando-se juntos sem qualquer recato, pastores que a si mesmos se apascentam; nuvens sem água impelidas pelos ventos; árvores em plena estação dos frutos, destes desprovidas, duplamente mortas, desarraigadas; ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre. (Jd 1.12-13)



Pelo teor de sua carta, podemos considerar que Judas não era um homem que perdia tempo medindo suas palavras a fim de não ferir sentimentos alheios. O que tinha que ser dito, era dito e isto tudo no melhor estilo do “doa a quem doer”.
Há pouco tempo atrás, o próprio Jesus, caminhando sobre a terra, falou, enfaticamente, contra a figueira estéril amaldiçoando-a.
As palavras de Judas intentavam revolver o mais profundo recôndito do coração daqueles cristãos.
Eram como árvores em plena estação dos frutos, mas deles desprovidos.
Quantos, em nossos dias, não estão assim? Com aparência de santidade, mas dela desprovida.
Andam como santos, mas nunca produziram um fruto sequer característico daqueles que, verdadeiramente, são cristãos.
Homens que partilham do alimento dominical, mas sequer esboçam o fruto do Espírito.
Duplamente mortas! Mortos espiritualmente aguardando o destino daqueles que não aceitaram a redenção em Cristo, a morte eterna.
Outro interessante ponto levantado na carta, refere-se a ausência das raízes.
Quem primeiro fez o alerta sobre plantas que não possuíam raízes foi o próprio Messias, quando ministrava acerta dos quatro tipos de solo, sendo que em um deles a falta das raízes causou a morte. “O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria; mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza” (Mt 13.20-21).
Mais uma vez, Judas prioriza a salvação em detrimento do tapinha nos ombros. Quando alerta sobre a sujidade que andam a espumar, ele deixa claro que estes homens não conseguem proceder de forma contrária, disfarçando suas imundícies, simplesmente, porque não possuem nada em si que possa fazê-los andar em novidade de vida, segundo um padrão mais elevado do que o de sua própria sociedade.
São como estrelas errantes. Estão em posição de destaque, mas todos aqueles que olham para estas estrelas, buscando aferir uma direção correta, não conseguem chegar ao destino final proposto.
Vale lembrar que qualquer exímio orientador sabe que estrelas errantes e cometas passageiros não fornecem  orientação segura e correta; eles conduzem ao erro e, neste caso, a perdição total. Portanto, Judas enfaticamente alerta: "Cuidado! Sua orientação cristã é baseada em quem?"
Somente o Espírito Santo é capaz de enraizar-nos em Cristo, tornando-nos árvores frutíferas, puras, capazes de socorrer o aflito e abatido de coração, dando alívio ao necessitado e conforto ao carente, provendo o necessário para sustentar a caminhada.

Diante deste quadro pintado por Judas, só nos cabe pedir a Deus por misericórdia e direção correta, confiando em Sua palavra, esperando que se cumpra em nós a Sua vontade, pois sabemos que aquele que começou a boa obra em nossas vidas é fiel... 

Quanto a nós, vale a pena ressaltar de outra forma o apelo de Judas: - Que estejamos verdadeiramente enxertados na figueira produzindo frutos e não fiquemos na semelhança de quem está enxertado.


Creative Commons License
Este texto está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
Postado por Ricardo Inacio Dondoni
   

segunda-feira, abril 5

Citação, Simon Greenleaf


A religião de Jesus Cristo tem o objetivo de derrubar todos os outros sistemas de religião do mundo denunciando-os como inadequados às necessidades do homem, falsos em seus fundamentos e perigosos em suas tendências... Essas não são afirmações comuns; e parece bastante impossível que um ser racional as trate com mera indiferença ou desdém.


Professor Simon Greenleaf, Testimony of the Evangelists
(Baker Book House), introdução.

sábado, abril 3

Judas 12-13 (2ª Parte - Falsa Esperança)



Estes homens são como rochas submersas, em vossas festas de fraternidade, banqueteando-se juntos sem qualquer recato, pastores que a si mesmos se apascentam; nuvens sem água impelidas pelos ventos; árvores em plena estação dos frutos, destes desprovidas, duplamente mortas, desarraigadas; ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre.” (Jd 1.12-13)
Novamente, Israel deve ser levado em consideração na interpretação da referida passagem, uma vez que não há abundância de rios naquela região, a população local subsiste por causa da chuva. 
Durante o reinado de Acabe, a chuva cessou por longos três anos. Foi a forma de Deus demonstrar que sua benção havia sido  retirada de sobre o povo, justamente, por terem dado as costas a Ele.
Três longos anos sem chuva! Quantas nuvens não passaram sobre a terra durante aqueles três longos anos, no entanto, se elas verdadeiramente chegaram a cruzar os céus do território de Israel, nenhuma água precipitou-se sobre os pastos, lavouras e açudes. Nenhuma gota de chuva caiu sobre a população para refrescá-los após o sol forte que pairava sobre aquelas terras.
Havia um povo sedento, em busca de chuva, sem que uma única gota se precipitasse. Neste ponto, espiritualmente, nossos dias são semelhantes aos dias de Acabe.
O que não nos falta são nuvens sem chuva impelidas pelo vento, fazendo um povo sedento correr atrás de promessas vazias de pessoas que não podem alterar a cor de um único fio de cabelo, mas que mesmo assim iludem e direcionam seus ouvintes, ora para a direita, ora para a esquerda, fazendo-os caminhar ao sabor dos ventos, sem destino, guiados por bençãos que nunca alcançam.
Judas descreve um grave quadro de abandono da fé verdadeira, onde líderes internos estão guiando ovelhas cegas ao precipício. 
Num quadro geral, a população mundial anda em busca de nuvens sem chuva impelidas pelos ventos, pois nunca na história, o homem buscou tanto o campo espiritual  (xintoísmo, cientologia, yoga, meditação transcendental, terapia de cristais, chromoterapia, pensamento positivo, xamanismo, budismo, hinduísmo, magia negra, wicca, entre outras) sem, no entanto, atingir o objetivo almejado pela alma humana, a paz que excede todo o entendimento. Uma vida perfeita em todos os sentidos, mesmo sob condições adversas.
Nossos dias são configurados por inúmeras promessas vazias, feitas a um povo sedento, ansioso pelo mover de Deus, mas sendo manipulados por oportunistas, que nada sabem e nada entendem, além de suas próprias cobiças. 
Diga-me: a carta de Judas não acerta, exatamente, o caráter de nosso tempo?
Não devemos ser impelidos por quaisquer ventos de doutrina, em busca de nuvens sem chuva, antes sejamos guiados pelo Espírito de Deus  aos mananciais de águas eternos. E isso só conseguiremos a medida que passamos a buscar mais as coisas do alto do que as terrenas.  

Creative Commons License
Este texto está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
Postado por Ricardo Inacio Dondoni
   

sexta-feira, abril 2

Judas 12-13 (1ª Parte)






Parafraseando Norbert Lieth, a carta de Judas assemelha-se a qualquer telejornal de nossos dias. A quantidade maciça de más notícias é indesejável, mas não deixa de expressar a realidade da sociedade em que vivemos. Assim são as linhas de Judas, como que um anúncio de uma catástrofe muito maior do que as enchentes, terremotos, homicídios, corrupção e abusos sexuais que preenchem as temáticas desenvolvidas pelos telejornais atuais.
A temática da carta de Judas se pronuncia lançando aos rostos a verdade, por mais que ela seja inaceitável!
Estes homens são como rochas submersas, em vossas festas de fraternidade, banqueteando-se juntos sem qualquer recato, pastores que a si mesmos se apascentam; nuvens sem água impelidas pelos ventos; árvores em plena estação dos frutos, destes desprovidas, duplamente mortas, desarraigadas; ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre.” (Jd 1.12-13)
Jesus já descreveu a Igreja como um barco que cruza um mar no meio de uma tempestade voraz, incapaz de resistir por conta própria contra a tempestade, tendo como único destino certo as profundezas das águas se não for a ação interventora, por meio de sua presença real.
O Livro de Jonas já havia sinalizado o messias, não somente por Jonas ter adentrado no ventre do grande peixe por três dias, mas também, como o homem que aplaca a ira e permite com que uma pequena porção de pessoas de nações diferentes permanecessem navegando acima das águas, salvos da tempestade. O Antigo testamento também nos revela a história de Noé, salvo do julgamento das águas sobre a terra, por intermédio de um único meio pelo qual Deus resolveu salvar os viventes.
Dentro deste contexto, tendo a Igreja nascido no pentecostes, com a descida do Espírito Santo, permanecendo viva e eficaz até que do meio virá a ser retirada, por meio do arrebatamento, é fácil identificarmos que a Igreja teve um início, um meio e terá um fim,  semelhante ao trajeto de uma embarcação.
Onde as rochas submersas são mais fáceis de encontrar? Próximo as portos, no início e no fim da caminhada!
Judas escreve sua carta no início da Igreja, alertando acerca destes que são semelhantes às rochas submersas.
O navio chamado “Igreja” é, constantemente, ameaçado por rochas submersas no decorrer de sua viagem. O que acontece em oculto é mortal para o corpo da Igreja. Não são apenas falsas doutrinas mas também as críticas exageradas ou mentirosas, mágoas, fofocas e mentiras que podem corromper ou desmoralizar a fé cristã.
Quanto mais nos aproximamos dos eventos finais, da volta de Cristo, do arrebatamento da Igreja, mais rochas submersas aparecem, mais perigosas se tornam, mais próximas estão da embarcação. Quem saberá quanto mais atentos não deveríamos estar a elas?
Às vezes, somos responsáveis mais por produzi-las do que desviar a embarcação delas.
Creative Commons License
Este texto está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
Postado por Ricardo Inacio Dondoni
   

O Cumprimento Exato de uma Profecia - Norbert Lieth

video
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...