
Deus se torna uma força a ser explorada, um centro de orientação emocional, uma imagem para manipular em sua mente, uma sensação particular que domina o coração.
Desviar a atenção para nós mesmos, para o que acontece conosco é sutil, mas, certamente, diferente de voltar-se para o próprio Deus.
Ao situarmos em nós mesmos o nosso foco, passamos por cima da pergunta mais fundamental: "Como é que Deus virá a mim?"
Desviar a atenção para nós mesmos, para o que acontece conosco é sutil, mas, certamente, diferente de voltar-se para o próprio Deus.
Ao situarmos em nós mesmos o nosso foco, passamos por cima da pergunta mais fundamental: "Como é que Deus virá a mim?"
Stafford, Knowing, pp. 32-33.
0 comentários:
Postar um comentário